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Inibidores da protease

Pfizer pode ter o primeiro medicamento oral contra Covid-19 no final de 2021

Redação

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Foto/Imagem: John Thys/Reuters


O presidente-executivo da Pfizer, Albert Bourla, disse que um medicamento oral experimental da farmacêutica para o tratamento da Covid-19 poderá estar disponível até o final deste ano.

O medicamento faz parte de uma classe de fármacos chamados inibidores da protease e atua bloqueando uma enzima que o vírus necessita para se replicar em células humanas. A declaração de Bourla foi dada em uma entrevista publicada pela emissora norte-americana CNBC.

Ainda segundo o CEO, caso os testes clínicos andem bem e a agência sanitária norte-americana, a Administração de Drogas e Alimentos (FDA, na sigla em inglês), conceda a aprovação, o medicamento pode ser distribuído nos Estados Unidos até o final deste ano.

A Pfizer, que desenvolveu com a farmacêutica alemã BioNTech a primeira vacina contra a Covid-19 aprovada pelas autoridades de saúde dos EUA, começou em março deste ano os ensaios clínicos do novo medicamento, ainda em estágio inicial, implantando os inibidores da protease usados ​​para tratar patógenos virais como HIV e hepatite C, disse Bourla.

A emissora CNBC citou também especialistas em saúde dizendo que a droga oral pode mudar o jogo na luta contra a pandemia, uma vez que pessoas recém-infectadas com o vírus poderão usá-la fora dos hospitais. Os pesquisadores esperam que o novo medicamento impeça a progressão da doença e evite idas ao hospital.

Vacina

Além da droga, a Pfizer ainda está testando sua vacina em crianças de 6 meses a 11 anos. A vacinação de crianças é crucial para acabar com a pandemia do coronavírus, dizem autoridades de saúde pública e especialistas em doenças infecciosas.

No início deste mês, a empresa pediu à FDA para expandir sua autorização de vacina para adolescentes de 12 a 15 anos, depois que a vacina foi considerada 100% eficaz em um estudo.

Bourla disse que está “muito otimista” de que a FDA aprovará o uso da vacina em adolescentes.

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Covid-19

Sputnik Light: nova vacina de dose única e 79,4% eficaz é registrada na Rússia

Redação

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Redação
Foto/Imagem: Divulgação/RFPI

A vacina russa contra a Covid-19, Sputnik Light, de dose única, foi registrada nesta quinta (6) na Rússia, informou o Fundo Russo de Investimentos Diretos (RFPI, na sigla em russo).

Sua eficácia é de 79,4%, o que é superior a muitas vacinas de duas doses, disse o desenvolvedor de imunizante.

“O Ministério da Saúde da Rússia, o Centro Nacional de Pesquisa de Epidemiologia e Microbiologia Gamaleya e o RFPI anunciam o registro da vacina de dose única Sputnik Light contra a infecção do novo coronavírus”, indica o comunicado do RFPI.

A eficácia da vacina foi calculada com base nos dados dos cidadãos russos que tomaram apenas uma dose da vacina no âmbito do programa de vacinação em massa, e não receberam a segunda injeção devido a qualquer causa no período de 5 de dezembro de 2020 a 15 de abril de 2021.

“A eficácia da vacina Sputnik Light, de dose única, correspondeu a 79,4% a partir do 28º dia do recebimento do imunizante. O indicador de eficácia de cerca de 80% é superior aos indicadores de eficácia de muitas vacinas requerentes de duas injeções”, conforme o comunicado.

Ensaios clínicos

Os ensaios clínicos mostraram que a vacina Sputnik Light é eficaz contra todas as novas cepas da Covid-19. Além disso, o RFPI informou que não foi identificado nenhum evento adverso nas pessoas que receberam o imunizante.

Após recebimento da vacina Sputnik Light, a resposta imune celular contra a proteína S do novo coronavírus é formada em 100% dos vacinados no 10º dia após a vacinação.

“A vacinação de pessoas imunes ao SARS-CoV-2 com o imunizante Sputnik Light estimula em mais de 40 vezes o aumento de anticorpos IgG em 100% dos voluntários no 10º dia após a imunização”, segundo o comunicado.

A probabilidade de um vacinado com a Sputnik Light pegar Covid-19, a partir do 28º dia do recebimento do imunizante, corresponde a 0,277%. Levando em consideração o mesmo período de tempo, o risco para adultos não vacinados de se infectar é de 1,349%.

Combate à pandemia

A vacina Sputnik Light é adequada tanto para primeira vacinação e revacinação quanto para aumento da eficácia combinado com outras vacinas, disse o diretor do Centro Gamaleya, Aleksandr Gintsburg.

Gintsburg afirmou que a Sputnik Light ajudará a evitar a propagação da Covid-19 graças à imunização mais rápida de maiores grupos da população.

“Um regime de aplicação de um componente permite que um grande número de pessoas sejam vacinadas em um curto espaço de tempo, o que é especialmente importante durante a fase aguda de disseminação de focos de infecção por coronavírus entre a população e para atingir a imunidade de rebanho mais rapidamente”, disse o diretor-geral do RFPI, Kirill Dmitriev.

A Sputnik Light não requer condições especiais de armazenamento e logística e custa menos de US$ 10 (aproximadamente R$ 53). A vacinação com apenas uma injeção permite em curto prazo imunizar maiores grupos da população e diminuir os picos epidemiológicos.

A Sputnik Light é feita do primeiro componente (adenovírus humano recombinante sorotipo 26 (Ad26)) da vacina Sputnik V, que foi a primeira vacina a ser registrada no mundo contra o coronavírus. Até 5 de maio, mais de 20 milhões de pessoas já foram vacinadas com o primeiro componente da vacina Sputnik V em todo o mundo. Ao mesmo tempo, não houve casos de trombose venosa cerebral (TVC). A produção do primeiro componente atende aos padrões mais rígidos com um procedimento de limpeza completo e quatro estágios de filtração (dois estágios cromatográficos e dois estágios de filtração tangencial).

A vacina Sputnik Light foi criada com base na plataforma estudada e testada de vetores adenovirais humanos, cujas vantagens importantes são a segurança, a eficácia e a ausência de consequências negativas de longo prazo, confirmadas em mais de 250 estudos clínicos conduzidos no mundo ao longo de duas décadas (sendo que o uso de adenovírus nas vacinas humanas começou em 1953). A vacina Sputnik V de dois componentes segue sendo a principal opção de imunização da população russa.

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Centro Vektor

Vacina EpiVacCorona tem eficácia de mais de 90%, segundo desenvolvedor

Redação

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Foto/Imagem: Aleksandr Kryazhev

Os anticorpos contra o novo coronavírus, após a vacinação com o imunizante russo EpiVacCorona, se desenvolvem em mais de 90% das pessoas vacinadas, de acordo com estudos entre os grupos imunizados, afirmou o chefe do departamento de infecções zoonóticas e gripe do Centro Estatal de Pesquisa de Virologia e Biotecnologia Vektor, Aleksandr Ryzhikov.

“Pesquisas independentes mostram que realmente grande parte da população reage à vacinação. Já revelamos estes números entre os voluntários, atualmente estamos realizando estudos randomizados entre os grupos imunizados, vemos que estes números são significativamente maiores que 90%”, disse Ryzhikov.

O Centro Vektor informou que os testes clínicos de injeção tripla em animais confirmaram o efeito do aumento de duração da imunidade. Para os ensaios clínicos foram usados principalmente primatas, mas também hamsters e porquinhos-da-índia, afirmou Ryzhikov. O especialista revelou que a composição da vacina não foi alterada durante os testes.

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