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Gestão hospitalar

Novo sistema do IGESDF melhora atendimento em hospitais e UPAs

Redação

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Foto/Imagem: Davidyson Damasceno/IGESDF


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Gerenciar medicamentos e insumos, prontuários, profissionais e permitir calcular os custos com cada paciente estão entre os principais avanços no novo sistema de gestão hospitalar implantado pelo Instituto de Gestão Estratégica da Saúde do DF (IGESDF). A ferramenta começou a ser utilizada no Hospital de Base (HB) e já chegou às seis unidades de pronto atendimento (UPAs). No Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), a inovação deve chegar a partir de maio.

Com a implantação da ferramenta, essas unidades passam a fazer uma administração mais rigorosa e a otimizar a aplicação dos recursos disponíveis, assim como ocorre nos melhores hospitais privados do Brasil. “O IGESDF está migrando de um sistema simples de prontuário eletrônico para um sistema de gestão hospitalar que integra os dados dos prontuários dos pacientes aos controles de estoques (farmácia e almoxarifado), ao financeiro e demais setores, aumentando o controle sobre o atendimento e os gastos”, ressaltou o superintendente de Tecnologia da Informação do IGESDF, Marcos Flávio de Souza.

Ele detalhou que o sistema gerencia informações estratégicas, administrativas, financeiras, clínicas e assistenciais, proporcionando uma gestão mais eficiente e melhorando o atendimento para os pacientes. A ferramenta também simplifica o armazenamento de dados, facilitando o dia a dia de médicos, equipe de enfermagem e demais profissionais de saúde, além de garantir a segurança do paciente.

“Os relatórios são visualizados em painéis que mostram métricas e indicadores importantes para alcançar objetivos e metas traçadas, facilitando a compreensão das informações geradas, auxiliando a tomada de decisão dos gestores”, acrescentou o superintendente.

Entenda

O sistema de gestão hospitalar consiste em processos implantados em três etapas. O Hospital de Base já está utilizando os módulos: Controladoria, Suprimentos, Manutenção e Painel de Indicadores com “Go Live”.

Depois de implantada a segunda etapa, o Hospital de Base começou a fazer o uso dos módulos Gestão Estratégica, Prontuário Eletrônico, Anatomia Patológica, Portaria, Classificação de Risco e Laboratório. A terceira e última está em andamento com a implantação do Centro de Material Esterilizável (CME) e gestão de documentos (MVDOCs).

A segunda unidade a receber o sistema de gestão hospitalar foi a UPA de Ceilândia e, posteriormente, foram iniciados os trabalhos de implantação nas UPAs de Núcleo Bandeirante, Sobradinho, Samambaia, São Sebastião e Recanto das Emas. Os módulos implantados foram Classificação de Risco, Laboratório, Prontuário Eletrônico e Suprimentos.

No Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) serão implantados os módulos Soul MV, Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP), Classificação de Risco, Módulo de Gestão de Indicadores e Ocorrências (MVGE).

Capacitação

Para que o sistema fosse implantado, diversos treinamentos, workshops e simulações foram realizados de forma que os colaboradores aprendessem a operá-lo. Também foram disponibilizados 95 profissionais chamados de “multiplicadores”, que ficam nos setores sanando dúvidas referentes ao uso da nova ferramenta.

Outra ação foi criar a Central de Resolução de Problemas (CRP), que monitora o sistema e age imediatamente quando ocorre alguma falha, o que às vezes ocorre nos momentos de substituições de programas desse tipo.

Investimentos

Para a implantação do novo sistema de gestão foram necessários investimentos em  cabeamento estruturado de rede, modernos switches, novos computadores para os profissionais de saúde e administrativos, totalizando mais de R$ 21 milhões em recursos do próprio orçamento do IGESDF.

Pico da pandemia no DF

Covid: usuário deve ir a hospitais e UBSs apenas se for necessário

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hospitais e ubs

Com o aumento crescente de casos da Covid-19 no Distrito Federal, a Secretaria de Saúde recomenda à população o uso adequado dos equipamentos de saúde, procurando hospitais ou Unidades Básicas de Saúde (UBSs) apenas quando tiver necessidade. O objetivo é evitar que pessoas sem sintomas corram riscos em ambientes onde pessoas suspeitas ou confirmadas com Covid-19 estejam aglomeradas.

“Estamos no pico da pandemia. Agora, o recomendável é que usuários sem sintomas não procurarem hospitais ou UBSs, a não ser em caso de necessidade. A medida que frequentam as unidades de saúde, se expõem e podem entrar em contato com pessoas infectadas. Além de ocupar o lugar de um usuário que realmente precisa ser avaliado”, alertou o secretário adjunto de Assistência à Saúde, Ricardo Tavares.

Apesar dos serviços para a população continuarem funcionando durante a pandemia, os gestores da pasta destacam que grande parte da procura na Atenção Primária tem sido de pacientes assintomáticos buscando testes para detectar à Covid-19. Até mesmo locais de referência para o tratamento da doença, como o Hospital Regional da Asa Norte (Hran), tem recebido o mesmo tipo de demanda.

Em outras ocasiões, a Secretaria de Saúde reforçou que unidades como o Hran estão reservadas apenas para atender casos graves. Além disso, a pasta tem alertado que a testagem está disponível somente para pessoas que apresentam sintomas do novo coronavírus, como tosse, febre, coriza, perda do paladar, cansaço e dificuldade para respirar há, pelo menos, oito dias.

Ainda assim, o coordenador de Atenção Primária à Saúde, Fernando Erick Damasceno, informou que com a abertura do comércio a busca de pacientes assintomáticos por testes sorológicos têm sido constante, pois muitas empresas exigem isso dos trabalhadores para voltarem às atividades.

“Eles não precisam fazer os testes para o retorno. Basta respeitar os 14 dias de isolamento a partir do início dos sintomas, e as 72 horas sem sintomas antes de voltarem ao trabalho. Se os assintomáticos estão procurando por testes, vão acabar esperando, aglomerando e sem necessidade”, ressaltou Fernando Erick.

Nesse sentido, independentemente de como os usuários estão, devem sempre continuar com as medidas de higiene e biossegurança, como manter o distanciamento social, evitar aglomerações, usar máscaras e álcool em gel, além de higienizar corretamente as mãos.

Pronto Socorro

Na avaliação do gestor, por questão de biossegurança, é imprescindível que a população evite a busca dos prontos-socorros dos hospitais caso não precise de atendimentos de urgência ou emergência.

“Nesse momento de pico da pandemia, as pessoas que necessitam de cuidados primários devem buscar primeiro as unidades básicas de saúde, que são a porta de entrada da rede pública, com menor risco de ter pessoas graves infectadas. Atendimentos primários, preferencialmente, não devem ser buscados nos prontos-socorros”, afirmou Fernando Erick.

Para evitar contaminação nas UBSs, tem sido adotada a estratégia fast-track ou duplo fluxo, em que os pacientes com quadros respiratórios entram em fluxos separados na unidade. Ainda assim, se houver aglomerações nas unidades devido à crescente demanda, o coordenador orientou à população a agendar as consultas ou procurar os locais em momentos com menor movimentação.

“O mais interessante é os usuários entenderem como é a movimentação nas UBS mais próximas de suas casas e conhecer as suas respectivas equipes de Estratégia Saúde da Família, que são suas referências para o primeiro atendimento. Saber quando utilizar a UBS otimiza muito uso dos serviços de saúde”, destacou o coordenador de Atenção Primária à Saúde.

Plano

Com o grande número de casos de Covid-19 em todo o Distrito Federal, a Secretaria de Saúde criou um Plano de Trabalho e Diretrizes para a ampliação dos testes para Covid-19 em locais vulneráveis do DF.

O documento esclarece que a testagem é indicada somente para pessoas com sintomas do novo coronavírus. A medida tem como objetivo proteger as pessoas do risco de contágio ao saírem de casa e testar quem realmente precisa.

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Sinovac Biotech

Anvisa autoriza testes de vacina chinesa contra Covid-19 no Brasil

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Foto/Imagem: Javier Zayas

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a empresa chinesa Sinovac Biotech a realizar testes para uma nova vacina contra o novo coronavírus. Os testes da vacina serão feitos em 9 mil pessoas, nos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Paraná, além do Distrito Federal.

O estudo aprovado pela Anvisa se refere a um ensaio clínico fase III duplo-cego, controlado com placebo. Antes de dar a autorização, a Agência analisou as fases anteriores de teste da vacina. Foram realizados estudos não-clínicos em animais, cujos resultados demonstraram que a vacina apresenta segurança aceitável. A vacina é feita a partir de cepas inativadas do novo coronavírus.

O termo “ensaio clínico” se refere aos estudos de um novo medicamento realizados em seres humanos. A fase clínica serve para validar a relação de eficácia e segurança do medicamento e também para validar novas indicações terapêuticas.

Este é o segundo teste de vacina contra Covid-19 realizado no Brasil. O primeiro, desenvolvido pela universidade de Oxford, no Reino Unido, tem sido realizado em parceria com a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), com participação do grupo farmacêutico AstraZeneca. Essa vacina já se encontra em estágio mais avançado de testes e há possibilidade de ser distribuída à população ainda este ano.

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Atenção!

Testagem em UBS é apenas para pessoas com sintomas da Covid

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Foto/Imagem: Getty Images

Desde a última segunda-feira (29) a testagem para Covid-19 foi ampliada e passou a ocorrer em todas as 172 Unidades Básicas de Saúde (UBSs) do Distrito Federal. Os testes estão disponíveis somente para pessoas que apresentam sintomas do novo coronavírus, como tosse, febre, coriza, perda do paladar, cansaço e dificuldade para respirar há, pelo menos, oito dias. Ao chegar na UBS, o paciente é acolhido e avaliado por profissionais de enfermagem e poderá ser encaminhado para testagem na própria unidade, a depender da avaliação.

“Ressaltamos que os testes rápidos disponíveis nas Unidades Básicas de Saúde são para atendimento dos pacientes sintomáticos, conforme avaliação do profissional de saúde e critérios de indicação do teste”, afirma o secretário adjunto de Assistência à Saúde, Ricardo Tavares.

Com o grande número de casos de Covid-19 em todo o Distrito Federal, a Secretaria de Saúde criou um Plano de Trabalho e Diretrizes para a ampliação de testagem para Covid-19 em locais vulneráveis do DF. O documento esclarece que a testagem é indicada somente para pessoas com sintomas do novo coronavírus. A medida tem como objetivo proteger as pessoas do risco de contágio ao saírem de casa e testar quem realmente precisa.

“Usuários sem sintomas não devem procurar as Unidades Básicas de Saúde. Inclusive, para se protegerem, pois à medida que procuram as UBSs, se expõem ao contato com pessoas realmente infectadas e, ainda ocupam o lugar de um usuário que realmente precisa ser avaliado”, afirma Ricardo Tavares.

Contato

No caso de pessoas que tiveram contato com alguém que testou positivo para o novo coronavírus, é necessário manter as mesmas medidas de isolamento que o infectado pela Covid-19 e observar a ocorrência de sintomas. Caso apareça algum sintoma, o indicado é procurar a UBS mais próxima. O mesmo médico que afastou o familiar também pode afastar o contato domiciliar que precisar de atestado médico.

Segundo Ricardo Tavares, a ocorrência do contato com alguém infectado, desde que seja com as medidas de precaução, não indica a transmissão da doença. Por isso, a importância de manter o uso das máscaras e demais medidas de higiene.

Drive-Thru

A testagem no formato drive-thru foi iniciada em 21 de abril de 2020 e finalizada no dia 26 de junho de 2020. Ao todo, foram realizados 227.296 testes rápidos e detectados 18.284 novos casos positivos para a Covid-19 nos postos de testagem, contemplando 33 Regiões Administrativas do DF. Em virtude do cenário epidemiológico atual para a Covid-19 no DF, o serviço passou a ser ampliado e disponibilizado nas 172 UBSs do Distrito Federal.

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