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Veículos

Novo Jeep Wrangler chega no primeiro trimestre de 2019

Redação

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Divulgação/Jeep
Rafaela Borges

A Jeep vai lançar o novo Wrangler no Brasil no primeiro trimestre de 2019. Antes, a nova geração do Jeep estará no Salão do Automóvel de São Paulo, em novembro.

Por ora, está confirmada a versão Rubicon, com duas ou quarto portas. Ela trará o motor 2.0 turbo a gasolina, inédito na linha. Esse propulsor, que tem 270 cv, estreou no Cherokee (modelo que não é mais vendido no Brasil).

O preço não foi definido. Porém, ficará acima dos R$ 230 mil cobrados pela geração atual, que ainda tem unidades em estoque no Brasil. Também estão em estudo as versões Sahara e a 2.2 turbodiesel. A outra opção de propulsor disponível nos EUA, 3.6 V6 a gasolina, não deverá ir ao Brasil.

Mudanças

Visualmente, a principal mudança está na grade frontal mais pronunciada. O capô ganhou vincos e ficou mais robusto. Outra novidade está no teto de lona removível. Agora, ele tem acionamento elétrico e pode ser aberto em vários níveis.

O novo Wrangler também ganhou melhorias nos ângulos de ataque e transposição. Além disso, para ficar mais leve, traz várias partes de alumínio (inclusive as portas).

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Veículos

Lada mostra como será a próxima geração do Niva

Redação

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Divulgação/Lada

Ninguém tem mais obrigação de fazer bonito no Salão de Moscou do que a Lada, prata da casa. E a marca russa, que ficou conhecida no Brasil pelo jipe Niva e pelo sedã Laika, nos longínquos anos 90, saiu-se melhor que o esperado.

A principal atração dela na mostra é o 4×4 Vision, um protótipo que lembra um Renault Duster anabolizado. A dianteira tem o X que marca a identidade mais recente da Lada e as rodas de 21 polegadas parecem fazer mais bonito em uma avenida de bom asfalto do que em uma trilha off-road.

Por dentro, a cabine mantém o tom descolado, com detalhes em laranja brilhante, cinza e acabamento em alumínio. A central multimídia é integrada ao painel, que conta com instrumentos digitais, ar-condicionado de dupla zona com duas saídas de ar de cada lado e volante multifuncional de três raios.

Com 4,2 metros de comprimento, o 4×4 Vision é apenas 10 cv mais curto que a nova geração do Duster. A distância do solo é generosa. Especificações técnicas não foram reveladas.

Próximo Lada Niva?

A Lada reconhece que o 4×4 Vision foi inspirado no Niva. É bastante plausível supor que o protótipo é, na verdade, uma prévia da próxima geração do modelo que a consagrou. Mesmo que isso não esteja dito abertamente.

Mas fica claro que suas linhas arrojadas sinalizam uma direção interessante para o futuro da marca.

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Veículos

Hyundai Veloster é registrado no Brasil em versão turbo

Redação

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Divulgação/Hyundai

Hyundai deverá começar a vender a nova geração do Veloster no País. O modelo foi registrado no Inpi, Instituto Nacional da Propriedade Industrial, o que dá indícios fortes de sua comercialização. O registro também informa que o motor da versão trazida será o 1.6 turbo de 202 cv usado na versão mais forte.

Junto ao motor turbo, o novo Veloster terá uma transmissão de dupla embreagem e seis marchas, suficientes para dar desempenho bem melhor ao cupê de três portas, que sempre foi muito criticado por seu fraco desempenho.

O visual é uma evolução do modelo anterior e tem traços suavizados. A dianteira é mais alta que o Veloster antigo, com capô mais longo. E a traseira tem caimento mais sutil. As três portas foram mantidas. Por dentro, o cupê tem painel parecido com o i30 europeu. Uma tela sensível ao toque fica no alto da peça e domina a cabine.

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Veículos

Venda de veículos cresce 17,7% em julho, aponta Anfavea

Redação

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Marcelo Camargo/Agência Brasil

As vendas de veículos novos no país cresceram 17,7% em julho, na comparação com o mesmo período do ano passado. Foram comercializadas, no mês passado, 217.509 unidades. É o melhor resultado para julho desde 2015, de acordo com a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (6) na capital paulista.

O presidente da Anfavea, Antônio Carlos Botelho Megale, considerou o aumento registrado no mês passado um bom resultado para o setor. “Gradualmente, o mercado vem se recuperando [da crise econômica]”, disse. Em relação a junho, houve alta de 7,7%. No acumulado de janeiro a julho, o crescimento foi de 14,9% em relação ao mesmo período do ano passado.

Produção

A produção de veículos montados registrou alta de 9,3% no mês passado, na comparação com julho de 2017. Em relação a junho, foi constatada queda de 4,1%, em função do ajuste implementado pelo mercado para adequar a produção à queda de exportações. No acumulado de janeiro a julho, foi registrada alta de 13%. “O mês de julho foi o melhor desde 2014”, disse o presidente da entidade.

Exportações

A venda de veículos para o exterior teve resultados negativos, refletindo o cenário econômico desfavorável dos principais compradores: Argentina e México. Houve redução de 21,7% em unidades exportadas em julho, na comparação com igual período de 2017. Em relação a junho, foi constatada queda de 20,9%. No acumulado até julho, a redução foi de 2,8%.

A venda de máquinas agrícolas foi destaque, com alta de 27,7% em julho na comparação com o mesmo mês de 2017. Foi registrada queda de 3,5% em relação a junho e aumento de 2,4% no acumulado do ano. A entidade considera que o resultado tem relação com o aumento dos preços das commodities, especialmente algodão, soja e milho.

Tabelamento do frete

Megale ponderou que ainda é cedo para estimar se haverá crescimento na venda de caminhões por causa do aumento de custos provocados pelo tabelamento do frete. Alguns setores produtivos, especialmente do agronegócio, avaliam alternativas para transporte de suas cargas, como o aluguel e a aquisição de frota própria.

“Tem ainda uma decisão a ser tomada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), estamos aguardado. Mas esperamos que o aumento de vendas venha como decorrência do desenvolvimento econômico do Brasil. Se tiver mais atividade econômica, com certeza vai ter mais venda”, declarou.

Rota 2030

O presidente da entidade comentou também sobre o programa Rota 2030, de incentivo a montadoras, que vai conceder créditos tributários que podem chegar a R$ 1,5 bilhão ao ano. Para Megale, ainda é preciso fazer ajustes e detalhamentos ao texto, que recebeu 80 emendas a serem analisadas pela comissão mista de deputados e senadores.

“Vamos acompanhar para que o programa seja o mais claro possível, ele visa a trazer previsibilidade, que é tão importante para o nosso setor e o país como um todo”, disse Megale.

A expectativa da entidade é que o decreto com detalhamento do programa seja publicado na próxima semana. O prazo de aprovação da medida provisória, publicada há um mês no Diário Oficial da União, é 16 de novembro.

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Brasília, 23 de setembro de 2018

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