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Reestilizado

Mini conversível chega às lojas do Brasil no final do ano

Redação
Divulgação/MINI


Depois de apresentar e confirmar preços do Mini hatch, a marca britânica anunciou a chegada da versão conversível ao Brasil no final do ano. Assim como o hatch, o conversível trará a mesma reestilização visual e mecânica apresentada antes.

Visualmente, há novos faróis com acabamento preto e lanternas com a bandeira do Reino Unido estilizada dentro das máscaras. Ela também está no teto de lona. O logotipo da marca também é novo, como parte da renovação da gama.

Outra novidade que estará no Mini conversível é a central multimídia que passa a trazer notícias em tempo real. Nova também é a transferência de rotas planejadas no smartphone para o sistema de navegação do carro. O aparato é batizado de Mini Connected. Agora, ele também é compatível com Apple CarPlay (para espalhamento de smartphones com sistema operacional IOS).

Mecânica

O Mini conversível terá a substituição da transmissão automática pela automatizada de sete marchas e duas embreagens. Assim como o hatch, deve ser oferecido nas opções 1.5 de 135 cv e na 2.0 de 192 cv, ambas a gasolina e com turboalimentação.

 

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Veículos

Com sete lugares, novo BMW X7 desembarca no Brasil em 2019

Redação

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Divulgação/BMW

Depois de introduzir a nova geração do X3 e o inédito X2 no Brasil, a BMW confirmou a chegada do seu X7 ao País em 2019. O modelo é o primeiro SUV de sete lugares da marca alemã. O carro fará sua primeira aparição física durante o Salão de Los Angeles, nos Estados Unidos, de 30 de novembro a 9 de dezembro.

Revelado em outubro e inspirado pelo conceito X7 iPerformance, o BMW X7 chegará às ruas para disputar espaço com o Mercedes-Benz GLS e o Audi Q7. Além dos alemães, tem como rivais o britânico Land Rover Discovery e o sino-sueco Volvo XC90, que também têm opções de sete assentos.

A idéia da marca é fazer um “Série 7 SUV”, colocando o máximo de luxo e tecnologia no novo modelo. O visual é impactante, com uma “mistura única de presença, exclusividade e espaço”, de acordo com a própria BMW. O X7 tem a maior grade dianteira de toda a linha da marca, que está de acordo com as dimensões mastodônticas do modelo.

As rodas tem 21 polegadas, o teto é quase plano e as janelas têm acabamento cromado. As portas traseiras são mais longas para facilitar o acesso, principalmente à terceira fileira. Já a tampa do porta-malas é dividida em duas partes, como no X5.

Ao todo, são 5,16 metros de comprimento (quase uma Ford Ranger cabine dupla), 1,99 metro de largura e 1,80 metro de altura. O entre-eixos tem 3,10 metros. São 22 cm a mais no comprimento que um X5, 12 deles apenas no entre-eixos.

Por dentro, o que há de mais recente em tecnologia produzida pela BMW. O cluster de instrumentos é virtual com 12,3 polegadas, mesma medida da tela central do sistema de entretenimento. Há ar-condicionado de quatro zonas e telas traseiras com 10,2 polegadas. O sistema de som tem alto falante da Bowers & Wilkins.

A segunda fileira de bancos vem com três assentos convencionais, que podem ser rebatidos de acordo com a necessidade. Mas há opção de duas poltronas individuais. A terceira fileira recebeu atenção especial da BMW, para que possa acomodar “passageiros adultos numa viagem longa”.

X7 terá motores diesel ou gasolina

Inicialmente, o X7 será vendido em quatro versões. A xDrive40i tem um seis cilindros de 3,0 litros turbo e 340 cv. O conjunto é capaz de levar o grandalhão de 0 a 100 km/h em 5,8 segundos. A xDrive 50i vem com o V8 de 4,4 litros e 462 cv. A força extra baixa o tempo de aceleração para 5,2 segundos.

Na Europa, o modelo ainda será oferecido com duas versões a diesel. A xDrive30d tem 265 cv extraídos de um seis cilindros, enquanto o M50d, de topo, tem 400 cv de um V8 a diesel. A transmissão, para todas as quatro motorizações é o automático de oito marchas.

Embora o foco do modelo seja o conforto, a suspensão é a ar e tem controle dinâmico. O sistema tem câmeras que escaneiam a estrada à frente e podem ajustar a suspensão para prever imperfeições. Nas versões mais potentes, a BMW oferece um pacote dinâmico, freios e diferencial reforçados.

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Veículos

Após sete anos, Land Rover lança nova geração do Evoque

Redação

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Divulgação/Land Rover

Depois de sete anos e meio de vida, o Land Rover Evoque finalmente ganha uma nova geração. Ela claramente não é tão disruptiva quanto a primeira, mas deixa o carro mais moderno a alinhado às formas de outros modelos da marca, em especial o Velar.

Essa equidade começa pelos faróis finos e pela grade frontal estreita. Em certas especificações, o Evoque 2019 também tem entradas de ar frontais praticamente idênticas às de seu irmão mais velho. Novamente, isso não é ruim, mas pode dificultar a diferenciação entre os dois no trânsito. O mesmo pode ser dito da parte traseira. Também é muito semelhante a do Velar graças às lanternas finas.

Surpreendentemente, o novo Evoque não utiliza uma plataforma nova. Em vez disso, usa uma versão atualizada da arquitetura D8 do modelo atual. Como resultado, a gama de motores a gasolina e diesel de quatro cilindros Ingenium da montadora permanece a mesma.

A potência dos motores diesel de 2.0 litros varia entre 148 cv e 237 cv, enquanto que os a gasolina geram de 237 cv a 296 cv. A caixa automática de nove velocidades da ZF será a única opção para a maioria dos motores, mas uma manual de seis velocidades será oferecida em uma única configuração.

Uma boa notícia é que esta nova plataforma atualizada foi desenvolvida para eletrificação. Ou seja, é quase certo que o Evoque ganhará uma versão híbrida de carregar na tomada e com 48 volts. Ele será o primeiro com este tipo de tecnologia da marca.

Por dentro há um novíssimo volante, um conjunto de indicadores digitais, um painel widescreen e uma segunda tela sensível ao toque. O espaço interno foi aumentado, graças ao entre-eixos maior em 2 cm. E o porta-malas está 10% maior, com 591 litros.

Evoque no Brasil

Não há previsão de quando o novo Evoque chegará no Brasil. Mas o comum, nestes casos, é o modelo desembarcar por aqui seis meses após o lançamento na Europa.

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Veículos

Toyota revela nova geração do Corolla com revolução visual

Redação

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Divulgação/Toyota

A Toyota enfim revelou por completo a nova geração do Corolla. O modelo, lançado como linha 2020, usa a plataforma modular da marca, a TNGA, e será produzido no Brasil. A base é a mesma de Prius, C-HR e Camry, e tem opções de trem de força híbrido ou apenas com motor a combustão.

A mudança na plataforma deverá dar ao Corolla mais refinamento e silêncio a bordo. Embora tenha mantido o entre-eixos de 2,70 metros do carro atual, o Corolla 2020 é ligeiramente menor que o antecessor. No entanto, as bitolas dianteira e traseira ficaram mais largas. Entre as maiores mudanças está a adoção da suspensão traseira independente, ante o eixo de torção usado no carro atual.

A intenção da Toyota foi deixar o Corolla mais dinâmico, tanto que as versões de topo nos Estados Unidos terão parachoques exclusivos. O visual será mais esportivo, com direito a faróis de LED e rodas de 18 polegadas.

Os Corolla de topo também ganharão um novo 2.0 de 173 cv acoplado a um câmbio CVT capaz de simular até dez marchas para trocas manuais. As demais versões continuarão com o 1.8 a gasolina, que passará por modificações. Ainda não se sabe a motorização do carro que será vendido no Brasil.

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Brasília, 10 de dezembro de 2018

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