Fúria da natureza
MG: chuva destrói parte de Belo Horizonte. Mortes chegam a 54
As chuvas intensas que castigam Minas Gerais há uma semana não param de provocar estragos e causar mortes. O número subiu para 54, nesta quarta, 29. É uma média de nove vítimas fatais por dia.
O quadro é de destruição, em especial após mais um temporal na noite de terça-feira (28). Belo Horizonte amanheceu com estragos em diversos pontos da cidade. A chuva mais forte do que o esperado atingiu, principalmente, as regiões Barreiro, Centro-Sul e Oeste da cidade.
Em Nova Lima, Região Metropolitana de Belo Horizonte, um homem morreu no desabamento de uma casa. Em Tabuleiro, na Zona da Mata, uma mulher morreu. Ela estava em um carro que foi engolido por uma cratera que se abriu no asfalto da MG-133.
Janeiro, que termina nesta sexta-feira (31), é o mês mais chuvoso da história da cidade desde o início da medição climatológica há 110 anos, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
A capital mineira completou 121 anos em dezembro de 2019. Até agora, o primeiro mês de 2020 acumulou 932,3 milímetros de chuva na cidade, de acordo com o Inmet. O recorde anterior era de janeiro do ano de 1985, quando o acumulado do mês foi de 850,3 milímetros.
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