Mercadante quer limites para direito de greve dos servidores da educação
O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, defendeu limites para o direito de greve de servidores de áreas estratégicas, como a educação. A afirmação foi feita durante audiência pública da Comissão de Educação da Câmara dos Deputados.
Mercadante não entrou em detalhes a respeito de quais seriam esses limites, ao falar da greve de 139 dias que paralisou atividades das universidades federais neste ano.
A greve de professores e servidores terminou no dia 10 de outubro e fez com que as matrículas dos aprovados na edição do segundo semestre do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) fosse adiada, em alguns casos, sem prazo.
“Não dá para ficar três, quatro meses sem aula. Para onde vamos desse jeito? Tem que ter direito de greve, com algumas limitações, ou o prejuízo é muito grande para educação”, declarou o ministro.

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