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Brasília Vida Segura

Institucionalizado programa para redução de mortes no trânsito

Redação

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Foto/Imagem: Divulgação
Marcelo Nantes

O programa Brasília Vida Segura, que visa reduzir o número de óbitos e feridos por acidentes de trânsito no Distrito Federal, foi institucionalizado por decreto. A nova versão do projeto, lançado em 2016, será coordenada pela Secretaria de Mobilidade.

Entre as intervenções já feitas por meio do programa está a redução do limite de velocidade na Estrada Parque Península Norte (EPPN), via principal do Lago Norte.

O limite caiu de 70 quilômetros para 60 quilômetros e a ciclofaixa recebeu nova sinalização em novembro passado.

“Neste e em outros pontos do DF desenvolvemos uma série de ações. Fizemos diagnósticos dos pontos críticos com maior incidência de acidentes e traçamos ações específicas para cada um dos focos”, explica o secretário-adjunto de Mobilidade, Dênis de Moura Soares.

O programa, portanto, já está implementado. O decreto nº39.463, de 23 de novembro, institucionaliza o Brasília Vida Segura.

Situação semelhante a do Lago Norte ocorreu em Ceilândia, na Via N3, onde a redução do limite de velocidade também foi adotada. De acordo com técnicos da pasta, a medida ajuda a reduzir de 40% para 10% a chance de óbitos em caso de atropelamento.

Entre as medidas nas vias do DF também houve instalação de bloqueios físicos, como balizadores e barreiras de contenção, adequação de semáforos e de pontos de travessia (faixas de pedestre), bloqueio de retornos e implementação de bolsão para motociclistas.

No total, foram identificados 41 pontos críticos em vias, avenidas e rodovias de Ceilândia, Plano Piloto e Taguatinga. As ações são articuladas com o Departamento de Trânsito do DF (Detran-DF), o Departamento de Estradas de Rodagem do DF (DER-DF) e a Secretaria de Saúde.

Redução de mortes e acidentes

Dados do Detran-DF mostram que o número de mortes no trânsito caiu de 390, em 2016, para 254, em 2017. Os dez primeiros meses deste ano acumulou 246 óbitos.

De acordo com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), as colisões entre carros caíram de 703, em 2016, para 218 até outubro de 2018. No mesmo período, a quantidade de atropelamentos por carros reduziram de 778 para 264.

“Se lembrarmos que em 1995 foram registradas cerca de 630 mortes, e que apenas uma vez neste século o número foi superior a 500 (512, em 2003), podemos afirmar que Brasília tem uma cultura de trânsito seguro. Então, temos que continuar atuantes”, reforça o subsecretário.

Programa Brasília Vida Segura

Na nova versão, o Brasília Vida Segura teve poucas modificações. O eixo da área de saúde que englobava ações voltadas para a redução de doenças crônicas foi retirado. Permanece o enfoque em ações mitigatórias para a segurança viária.

Os pilares do programa são a segurança viária, a engenharia de tráfego, a educação, a gestão e a emergência identificada em pontos específicos de ruas, vias e avenidas do DF.

São diretrizes do Brasília Vida Segura:

  • fazer diagnósticos por coleta e processamento de estatísticas oficiais e informações relevantes
  • mapear pontos críticos e com incidência de mortos e feridos
  • caracterizar a dinâmica dos acidentes
  • fazer intervenções imediatas para redução de acidentes
  • implementar ações de baixa complexidade e alta efetividade
  • monitorar, avaliar e revisar ações para redução de acidentes
  • criar campanhas educativas para promoção da segurança no trânsito

O programa terá seu próprio Comitê Gestor composto pelos titulares das Secretarias de Mobilidade, da Segurança Pública e da Paz Social, de Saúde e da Casa Civil, Relações Institucionais e Sociais.

Vinculada ao comitê funcionará outro colegiado: a Comissão de Segurança Viária – Vida no Trânsito. De caráter permanente e consultivo, conta com representantes de oito pastas, além do Detran-DF, DER-DF, Samu, Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros e da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap).

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Mobilidade Cidadã

Auxílio para taxistas e transporte escolar começa a ser pago nesta segunda

Redação

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Foto/Imagem: Pedro Ventura/Agência Brasília

O Governo do Distrito Federal (GDF) realiza, nesta segunda-feira (10), o pagamento da primeira fase do programa Mobilidade Cidadã deste ano.

O benefício foi criado por uma parceria entre as secretarias de Desenvolvimento Social; de Economia; e de Transporte e Mobilidade, para minimizar os impactos da pandemia de Covid-19 junto a taxistas e motoristas de transporte escolar.

Na primeira fase do programa, serão contemplados com o benefício, no valor de R$ 600, um total de 3.954 profissionais do setor. Em seu primeiro momento, o Mobilidade Cidadã vai atender aos taxistas devidamente cadastrados, em 31 de Janeiro de 2020, no Cadastro de Permissionários/Concessionários da SEMOB, bem como os proprietários de veículos escolares regularmente registrados, em 31 de Janeiro de 2020, no Detran-DF.

Para os 1.337 proprietários de veículos escolares que já possuem o cartão do Programa, pois participaram da primeira fase do Mobilidade Cidadã, em 2020, o crédito da primeira parcela da nova fase será creditado, nesta segunda-feira (10), no período vespertino.

Já os 2.617 taxistas devem confirmar, se são ou não beneficiários do programa, a partir de meio dia deste domingo (9) no site gdfsocial.brb.com.br. Para a consulta, o beneficiário entrará com o CPF e a data de nascimento e o sistema apresentará o status do benefício.

Caso sejam beneficiários do Mobilidade Cidadã, os taxistas deverão comparecer a qualquer agência do BRB, nesta segunda (10), portando CPF e documento oficial com foto, para saque do benefício.

O novo auxílio faz parte do programa Mobilidade Cidadã, que foi implementado pelo GDF em 2020, e que beneficiou mais de 3,2 mil motoristas de transporte escolar e de turismo. Ao todo, o investimento feito pelo governo local foi de aproximadamente R$ 10 milhões.

Impulso ao comércio local

A nova etapa de apoio às categorias foi sancionada pelo governador Ibaneis Rocha no último dia 27 de abril. Na ocasião, também foi anunciado o envio de um Projeto de Lei para a Câmara Legislativa com um auxílio específico para o setor de transporte de turismo.

Segundo o secretário de Economia, André Clemente, além da importância social, o benefício também servirá como impulso para o aquecimento dos comércios locais. “É um benefício não só para os taxistas e motoristas de transporte escolar, mas para pequenas e grandes empresas que também serão beneficiadas”, destaca Clemente.

O programa é operacionalizado pelo BRB. Os recursos já foram repassados pela Secretaria de Economia para a instituição financeira. “O BRB tem orgulho de participar da operacionalização dos programas sociais do GDF e, assim, como banco público que é, atuar para fazer a diferença na vida das pessoas”, afirma o presidente do banco, Paulo Henrique Costa.

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PrevFogo

Parque de Águas Claras ganha base para combater incêndios florestais

Redação

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Foto/Imagem: Rodrigo Walcacer/Brasília Ambiental

O Distrito Federal dispõe de mais um equipamento público para auxiliar na implementação do Plano de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (PPCIF), executado pela Secretaria de Meio Ambiente (Sema). Trata-se da base fixa da Diretoria de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (DPCIF).

Localizada no Parque Ecológico de Águas Claras, na região administrativa de mesmo nome, a base é a terceira a ser instalada no DF pelo Brasília Ambiental. A entrega foi realizada nesta sexta-feira (7), em evento presencial que seguiu as medidas sanitárias exigidas devido à pandemia de Covid-19.

A base de Águas Claras vai servir para ações de monitoramento da DPCIF, atendendo parte das unidades ecológicas da região. O local, onde antes funcionava um posto da Polícia Ambiental desativado, foi reformado para receber brigadistas, técnicos e analistas, além de abrigar viaturas de combate, carros-pipa e o almoxarifado da brigada. As outras duas unidades do DPCIF ficam na sede do Brasília Ambiental, na Asa Norte; e na Estação Ecológica de Águas Emendadas (Esecae), em Planaltina.

Aprimoramento

Para o secretário de Meio Ambiente, Sarney Filho, a precaução é uma das principais ações que cabe ao Governo do Distrito Federal no sentido de diminuir as ocorrências de incêndios florestais no território. “Assim, ao longo dos últimos três anos, nós temos aprimorado a contratação dos brigadistas, realizado aceiros e queimas prescritas em áreas de risco, além de melhorar a estrutura de equipamentos de segurança, de transporte e táticas de combate aos focos. Por isso, no ano passado, Brasília conseguiu diminuir a área queimada nas Unidades de Conservação (UCs) em 50%. Agora, temos mais essa base em Águas Claras. São três em diferentes pontos do DF para ação rápida no combate a incêndios que podem se tornar grandes, caso não haja rapidez na resposta”, afirmou.

Cláudio Trinchão afirmou que a base dispõe de toda estrutura para dar celeridade e suporte no combate aos incêndios florestais. “Esse é mais um investimento que nós estamos fazendo no trabalho de prevenção. No ano passado, criamos essa diretoria específica, a DPCIF e também ampliamos os recursos para a contratação dos brigadistas. Esse ano já temos aportados mais de R$ 3,9 milhões para a contratação de 145 profissionais. A questão de combate e prevenção é prioridade no Brasília Ambiental”, disse o presidente do órgão.

De acordo com Pedro Cardoso, Águas Claras precisava do espaço por ter uma malha urbana muito delicada. “Este vai ser um prédio multifunção na questão dos incêndios. Será um ponto de apoio tanto para a cidade quanto para outras regiões, como Guará, Taguatinga, Samambaia, Brazlândia e Gama”, explicou.

Conquista

O Tenente Coronel Vieira, do CBMDF, disse que presenciava uma grande conquista, a melhoria para o combate a incêndios florestais nas UCs do DF. “O Corpo de Bombeiros fica muito feliz por saber que essas são instalações dignas para o nosso pessoal de ponta. E tudo isso se deve à gestão e ao empenho das autoridades do DF”, disse.

O chefe de gabinete da Administração Regional de Águas Claras, Eugênio Monteiro, acredita que a base será muito importante para a cidade. “Vai ajudar tanto na preservação do meio ambiente quanto na prevenção e combate a incêndios, trazendo maior segurança para a nossa comunidade”. Para o Tenente Coronel Vianna, do Ibama, o trabalho integrado entre órgãos municipais, estaduais e federais é de suma importância. “E a gente está vendo isso acontecer aqui no DF a passos largos. Sabemos que as técnicas são iguais. As táticas é que diferem. Então, trabalhar integrado é a palavra-chave. Podem contar com o PrevFogo para tudo”, afirmou.

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