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172 leitos

GDF retoma licitação do novo Hospital Oncológico de Brasília

Redação

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Foto/Imagem: Pixabay
Flávio Botelho

Foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) e no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), o novo edital de licitação para a contratação da empresa que vai construir o Hospital Oncológico de Brasília – o primeiro dessa especialidade no DF. A obra terá um valor estimado de R$ 119.102.911,80, recursos oriundos do Ministério da Saúde e disponibilizados pela Caixa Econômica Federal.

O certame para contratação da empresa executora do serviço será realizado pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) em 27 de agosto, às 9h. À instituição, que será responsável pela fiscalização do serviço, também coube elaborar o projeto executivo do empreendimento, assinado pela Diretoria de Edificações. O prazo de conclusão da obra é de 36 meses.

Os R$ 119 milhões investidos no edital custearão tanto a construção da unidade quanto o fornecimento de equipamentos hospitalares. O projeto consiste em uma unidade hospitalar com 172 leitos, sendo 152 de internação e 20 de unidade de terapia intensiva (UTI), além de consultórios multidisciplinares, alas para tratamento de quimioterapia, radioterapia, medicina nuclear, endoscopia e salas de cirurgia conjugadas. Exames de imagem, como mamografia, ultrassom e raios X, também poderão ser realizados no local.

De acordo com a Secretaria de Saúde (SES), o Hospital Oncológico de Brasília, quando em funcionamento, terá capacidade para realizar até nove mil atendimentos anuais, atendendo à demanda pública de pacientes oncológicos existente no Distrito Federal, que em 2019 foi de 6.247 enfermos.

A nova unidade de saúde será erguida numa área de mais de 33 mil metros quadrados no Setor Noroeste, perto do Hospital da Criança de Brasília José de Alencar.

Atualmente, a rede pública de saúde do DF atende a pacientes oncológicos nos hospitais de Base (HB), Regional de Taguatinga (HRT) e Universitário de Brasília (HUB). O novo edital e seus anexos podem ser acessados no site da Novacap.

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Máscara, higiene e distanciamento

Cuidados devem continuar mesmo após a segunda dose da vacina contra Covid-19

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Foto/Imagem: Breno Esaki/Agência Saúde DF

Até a última terça-feira (23), o Distrito Federal já havia vacinado 28.240 pessoas do grupo prioritário com as duas doses da vacina que previne a Covid-19. Embora isso seja uma boa notícia, os cuidados com o novo coronavírus não devem ser ignorados mesmo por quem já completou o ciclo de imunização. De acordo com os estudos realizados sobre a viabilidade das vacinas contra a doença, a imunização ao vírus estará completa em cerca de 15 dias após a administração da segunda dose.

O uso de máscara de proteção, higiene constante das mãos e manutenção do isolamento social, especialmente evitando-se aglomerações, continuam sendo fortes aliados no combate à Covid-19, uma vez que ainda não é possível promover a vacinação em massa no Distrito Federal, em função do baixo quantitativo de doses de vacina recebido até o momento.

Uma das grandes demandas da sociedade para este momento de vacinação é saber quando, finalmente, a vida voltará ao normal. Para a infectologista do Hospital Regional da Asa Norte, Joana Darc Gonçalves, alguns costumes podem se estender aos tempos pós-pandemia, especialmente o uso da máscara de proteção.

“Só poderemos deixar esses costumes para trás quando houver uma contenção de casos, que é atingida pela imunidade de rebanho, que por sua vez, só é alcançada por meio da vacina. Isso ainda vai demorar um pouco. A máscara previne não só para Covid, mas para outras doenças respiratórias. É algo que chegou para ficar, algo que vai ser incorporado à nossa cultura”, afirma a infectologista.

No Brasil, são utilizadas para a vacinação contra a Covid-19 as vacinas CoronaVac (Sinovac/Butantan) e Covishield (Oxford/AstraZeneca). Neste momento, apenas os vacinados com a CoronaVac estão recebendo a segunda dose do imunizante, dado que o intervalo de aplicação da vacina Covishield é de até 90 dias. Quem recebeu a vacina de Oxford receberá o reforço a partir do final de abril.

A CoronaVac apresentou eficácia global de 50,3% contra a doença, prevenindo em até 78% os casos de internação hospitalar. Até a finalização dos estudos que garantiram o uso emergencial da vacina, nenhum dos pacientes imunizados foi a óbito por Covid-19.

Ainda segundo os estudos, o intervalo de aplicação entre a primeira e a segunda dose serve para estimular a produção de anticorpos no organismo humano e em tempos diferentes. Para a vacina chinesa, este intervalo foi calculado entre 14 e 28 dias após a aplicação da primeira dose.

Após a administração do reforço vacinal, há um prazo de até duas semanas para que o corpo produza os anticorpos necessários para garantir a imunização. No entanto, evitar as aglomerações após este período é fundamental para frear a transmissão do vírus.

“Nós podemos estar verificando o que nós chamamos de ‘variantes de atenção’. O tipo de alteração que elas produzem pode levar a infecção por um vírus mais transmissível ou até mais agressivo. Há o risco de a pessoa, mesmo imunizada, infectar-se e ter sintomas. O contato com essas variantes pode levar à falha vacinal”, explica Joana.

A Secretaria de Saúde, por meio do Laboratório Central e da Vigilância Epidemiológica, monitora todos casos de Covid-19 no Distrito Federal. Até o momento, não há qualquer confirmação de casos de infecção por variante do novo coronavírus no DF.

Reação à vacina

Até o dia 19 de fevereiro, a Secretaria de Saúde notificou 774 casos de Evento Adverso Pós Vacinação (EAPV) relacionados às vacinas contra a Covid-19. Até o momento nenhum evento adverso grave foi confirmado. Vermelhidão e dor no local de aplicação, dor de cabeça e febre são os principais eventos relatados pelos pacientes.

Apesar dos possíveis casos, ambas vacinas adquiridas pelo DF neste momento têm segurança comprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). “Caso o indivíduo não tome a segunda dose, há o risco de não adquirir imunidade protetora contra o vírus. O que os estudos mostram é a necessidade da segunda dose, conforme o prescrito em bula. Até o momento não há evidência de que uma única dose seja suficiente”, ressalta Joana Darc.

Qualquer sintoma apresentado pelo paciente após a administração da dose da vacina deve ser notificado imediatamente no mesmo ponto de vacinação em que tomou a dose.

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Microsom

Uso incorreto de fones de ouvido pode levar à surdez precoce, alerta médica

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Foto/Imagem: Getty Images

Com o mundo cada vez mais digital, principalmente durante a pandemia, os fones de ouvido têm se tornado uma grande necessidade. Seja na rotina das aulas on-line, chamadas de vídeo ou para ouvir músicas, os fones acompanham o dia a dia do indivíduo que, muitas vezes, não sabe usar de forma correta o aparelho. Segundo pesquisa realizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), 466 milhões de pessoas no mundo possuem alguma deficiência auditiva. A previsão é que, nos próximos trinta anos, o número dobre e chegue a 900 milhões. Atualmente, cerca de 1,1 bilhão de adolescentes e jovens adultos estão em risco de perda auditiva.

A fonoaudióloga Milkhia Beatriz Moreira, da clínica Microsom, ressalta que a única forma de evitar a perda auditiva induzida pelo ruído é a prevenção. “Não devemos ficar expostos por longas horas a ruídos fortes. O recomendado é que use os fones de ouvido, esquerdo e direito, simultaneamente, para que o volume não precise estar tão alto”, afirma Milkhia, que aconselha deixar o volume do celular ou notebook na metade, na hora de utilizar os fones.

Sobre a escolha do modelo, a fonoaudióloga indica os fones de ouvido supra-aurais que, segundo ela, trazem menos malefícios que os intra-auriculares. Quanto maior o nível de ruído, menor o tempo de exposição. Por exemplo, em 85 decibéis o tempo máximo de exposição são 8h, a cada 5 decibéis a mais, o limite cai pela metade”, explica.

“Em casos de sintomas como zumbido, sensação de ouvido tampado, pressão, dor, consulte um otorrinolaringologista e/ou um fonoaudiólogo para avaliar sua audição. Ao usar fones de ouvido, o usuário deve conseguir escutar o que está ao seu redor”, alerta Milkhia. “Vale ressaltar, também, a importância de realizar uma avaliação audiológica pelo menos uma vez ao ano, por prevenção”, finaliza.

Sobre a Microsom

O grupo Microsom é referência em saúde auditiva há 33 anos e faz parte da história de Brasília há mais de 20 anos. A clínica tem como objetivo trazer mais qualidade de vida aos pacientes com deficiência auditiva, oferecendo tecnologia de ponta. Na capital, a empresária Mariluce Cordeiro está à frente da direção geral, coordenando quatro unidades espalhadas pela cidade.

O grupo foi o primeiro a trazer para o DF, os produtos da linha VIA AI, que são aparelhos auditivos com inteligência artificial. Entre as funcionalidades destacamos o sensor de quedas, localizador, tradutor simultâneo e até monitoramento de atividade física e cognitiva.

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