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65 mil infectados no mundo

França registra primeira morte na Europa pelo novo coronavírus

Redação

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Foto/Imagem: Daniel Leal-Olivas/AFP
RTP - Emissora pública de televisão de Portugal

Um turista chinês de 80 anos infectado pelo novo coronavírus (Covid-19) morreu na França, sendo esta a primeira morte na Europa, anunciou neste sábado (15) a ministra da Saúde francesa, Agnès Buzyn.

Esta morte é “a primeira fora da Ásia e a primeira na Europa”, disse a ministra durante uma conferência de imprensa.

O homem, originário da província de Hubei – a mais afetada na China -, chegou à França em 16 de janeiro e foi internado no Hospital Bichat, na capital francesa, em 25 de janeiro.

Esta é a quarta morte reportada fora da China continental e a primeira na Europa.

China

A China anunciou neste sábado (15) a morte de 143 pessoas nas últimas 24 horas no país devido ao coronavírus Codiv-19, elevando para 1.523 o número de vítimas fatais da epidemia na China continental.

De acordo com a Comissão Nacional de Saúde, o número de infetados no interior da China (que exclui Macau e Hong Kong) cresceu 2.641, para 66.492.

No mesmo período em análise, 1.373 pessoas receberam alta hospitalar.

Por outro lado, só na província chinesa Hubei, epicentro do novo coronavírus, designado Covid-19, foram reportadas mais 139 mortos nas últimas 24 horas, elevando para 1.457 o número de pessoas mortas na província, segundo os dados da Comissão de Saúde de Hubei.

As autoridades chinesas isolaram várias cidades da província de Hubei, no centro do país, para tentar controlar a epidemia, medida que abrange cerca de 60 milhões de pessoas.

O coronavírus Covid-19 provocou até agora 1.527 mortos e infetou cerca de 65 mil pessoas a nível mundial.

A maioria esmagadora dos casos ocorreu na China, onde a epidemia foi detectada no final do ano.

Além de 1.523 mortos na China continental, já foram registradas mais 4 mortes: uma na região chinesa de Hong Kong, uma nas Filipinas, uma no Japão e, hoje, uma na França.

Johns Hopkins

Mundo ultrapassa marca de 270 mil recuperados do coronavírus

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Foto/Imagem: Xinhua/Shen Bohan

O número de recuperados do novo coronavírus (Covid-19) em todo o mundo é quase quatro vezes maior que o total de óbitos registrados. Segundo levantamento da universidade americana Johns Hopkins, no início desta segunda-feira (6), 270.249 pessoas já se recuperaram da doença em todo o mundo. O total de mortes contabilizadas é de 70.482.

A Johns Hopkins atualiza dados sobre o novo coronavírus em tempo real, extraindo dados de fontes diversas ao redor do mundo. Os dados são diferentes dos utilizados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que apenas contabiliza casos enviados pelos órgãos máximos de saúde dos países membros.

Pelos dados da universidade, o mundo hoje tem 1.288.372 casos de coronavírus. Desses, ao menos 45 mil estão em estado considerado grave.

A China, primeiro país a registrar a doença, lidera as estatísticas de recuperações, com 77.078 pacientes de alta desde o início dos casos. A Espanha ocupa o segundo lugar mundial, com 38.080 recuperados.

Em terceiro lugar, aparece a Alemanha, com 28.700 altas notificadas. País com mais mortes registradas (15.887), a Itália aparece em quarto no total de recuperações, com 21.815 curas bem-sucedidas.

Irã (22.011) e Estados Unidos (17.977) aparecem na sequência no total de pacientes recuperados.

No Brasil, a Johns Hopkins contabiliza 127 confirmações de altas de pacientes.

Segundo especialistas, ainda não é possível afirmar com convicção se as pessoas recuperadas podem ou não ser infeccionados pelo novo coronavírus novamente no futuro. Estudos indicam que a criação de anticorpos para a doença impede novo contágio, mas o pouco tempo de observação ainda não possibilita conclusões.

Por favor, fique em casa!

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The Jerusalem Post

Israel afirma que terá uma vacina contra o coronavírus em junho

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Foto/Imagem: Edgar Su/Reuters

Uma matéria do jornal israelense The Jerusalem Post afirma que uma equipe de cientistas do Instituto Migal possui uma vacina contra o coronavírus já em estado avançado, e que poderia estar apta para a comercialização em meados de junho. Segundo o texto, a pesquisa está sendo desenvolvida com 100% de investimento estatal.

O líder da equipe que desenvolve a vacina é o professor Chen Katz. Ele conta que o produto seria um spray, que seria aplicado de forma oral e serviria tanto para ativar a resposta imune da mucosa bucal quanto para fortalecer o sistema imunológico, com anticorpos e glóbulos brancos específicos.

Segundo o cientista, o produto não mata o vírus, mas “é capaz de evitar que ele produza uma infecção grave, poderia gerar um caso assintomático ou, no máximo, um resfriado leve”. Além disso, não geraria danos colaterais de nenhum tipo, também segundo o líder da equipe de pesquisas.

A respeito da velocidade com a que se está chegando a esse produto, Katz conta que “estamos trabalhando há quatro anos com vacinas para várias patologias, e modificamos um produto que já estava sendo desenvolvido para casos de bronquite infecciosa, e o direcionamos para o Sars-CoV-2 (nome da mutação do coronavírus que provoca a Covid-19)”.

Katz também afirma ao jornal israelense que as provas com cobaias foram bem sucedidas, e que as provas em humanos estão sendo preparadas para acontecer no dia 1º de junho.

O diário também afirma que o Instituto Migal já está trabalhando para avançar previamente com os trâmites burocráticos, para que, uma vez comprovada a eficácia em humanos, o medicamento já seja disponibilizado para uso clínico. Segundo Chen Katz, “ao ser um projeto desenvolvido com recursos públicos, esperamos que possa ser comercializado com um baixo custo, para democratizar as condições de acesso a ele”.

No entanto, a OMS (Organização Mundial da Saúde), ao saber da descoberta, pediu para manter a cautela e não alimentar falsas esperanças. O organismo afirma que existem mais de 20 projetos científicos em desenvolvimento e que qualquer produto, para ser difundido globalmente, deverá passar primeiro por provas rigorosas para comprovar que seu uso está apto para todos os tipos de paciente.

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Pandemia de coronavírus

Estados Unidos têm disparada de mortos e falta de equipamentos

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Foto/Imagem: Stefan Jeremiah/Reuters

O número crescente de mortos na pandemia de coronavírus sobrecarregou as funerárias de Nova York, enquanto hospitais tentam atender milhares de pacientes infectados em meio a um total cada vez menor de ventiladores mecânicos e equipamentos de proteção disponíveis.

Diretores de funerárias e cemitérios descreveram uma disparada na demanda não vista em décadas, enquanto os casos de Covid-19, a doença respiratória causada pelo novo coronavírus, ultrapassaram a casa dos 50 mil na cidade, com quase 1.400 mortos.

“De muitas maneiras, o estado de Nova York é um microcosmos dos Estados Unidos, e é por isso que eu acredito que o que acontece aqui é ilustrativo para o resto do país sobre o que vai acontecer”, afirmou o governador de Nova York, Andrew Cuomo.

Os custos humanos foram ainda mais ressaltados por novas evidências da devastação econômica trazida pela pandemia, já que mais de 90% dos norte-americanos foram ordenados a ficar em casa para enfrentar a expansão do vírus.

O governo dos Estados Unidos reportou que 6,6 milhões de norte-americanos (um recorde) se registraram para obter benefícios de seguro-desemprego, dobrando a máxima histórica registrada na semana passada.

“Você fica sem respirar”, disse Justin Hoogendoorn, diretor de estratégia de renda fixa e análise na Piper Sander, em Chicago. “Obviamente a reação imediata a algo assim será o medo”.

Texas pede que ninguém saia de casa

Nesta quinta-feira (2), o Texas se tornou o quadragésimo estado norte-americano a emitir a ordem para que todos permaneçam em suas casas para conter a propagação do vírus.

Como se a perda de emprego para 10 milhões de norte-americanos em duas semanas não fosse o bastante, o número de mortos nos Estados Unidos subiu em 950, marcando o terceiro dia seguido de altas recordes. Outras 800 mortes reportadas até então na quinta-feira levaram o número total do país para mais de 5.600 mortos, de acordo com uma contagem da agência Reuters de dados oficiais.

Os casos confirmados nos EUA passaram os 235 mil na quinta-feira, o dobro da Itália, o país com o segundo maior número de ocorrências.

A força-tarefa da Casa Branca para a pandemia estima que entre 100 e 240 mil pessoas possam morrer, mesmo se a ordem de quarentena obrigatória for respeitada.

No mundo, o número de infecções confirmados passou de 1 milhão, com mais de 50 mil mortos até a quinta-feira (2), de acordo com o centro de pesquisa da Universidade Johns Hopkins para o coronavírus.

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