Curta nossa página

Programe-se

Festival dos festivais

Fico completa 48 anos revelando grandes nomes da música

Redação
Reprodução/Google Imagens
Pedro Nascimento

Sei que deve haver uma saída / pois a música me diz / que devemos dar sentido à vida / por um mundo, um mundo mais feliz.

Os versos da canção de um dos alunos pede um sentido para a vida em nome de um mundo mais feliz. Na verdade, ela fala muito mais. Invoca as lembranças, os sentimentos, as experiências e as expectativas que vivenciaram. No palco do Festival Interno do Colégio Objetivo (FICO), dão vazão às suas letras, às suas melodias, aos seus arranjos. Fazem da voz e dos instrumentos o canal para o mundo.

Milhões de decibéis, canhões de luzes, imagens, organização e, principalmente, múltiplos talentos respondem à pergunta de como é possível um festival estudantil se firmar de tal forma no meio musical e cultural a ponto de completar 48 anos de existência.

Hiago Vercino e Klisman Vercino, organizadores do FICO.

Em entrevista concedida para o Ao Vivo de Brasília, o cantor Herbert Vianna – revelado no FICO – conta da época do festival e sobre o tédio da púbere Brasília dos anos 70 e 80, que fazia a juventude se reinventar no meio do barro.

“A cada dia, nascia algo novo. Saraus, concertos e bandas de rock. O festival aconteceu por uma iniciativa dos alunos que pediam por arte no colégio, e a música sempre estava em primeiro ou segundo lugar como mais pedida”, relembra o vocalista dos Paralamas.

E como foi sua participação no festival? – Eu peguei o FICO bem no começo, antes de me mudar para o Rio em 77. O festival era bem pequeno, começou no auditório dos fundos do colégio. Na época ganhamos, e isso me incentivou a continuar acreditando na música. Na rua já havia o movimento de bandas da galera mais velha, e eu sempre procurava me enturmar com eles também.

Paralamas veio em seguida? – Sim, me mudei para o Rio e fui fazer o ensino médio em um colégio militar, lá reencontrei o Bi (Ribeiro) que também morava em Brasília e se mudou. Ele já estava no terceiro ano. Compartilhávamos o gosto pelo rock e começamos a ensaiar juntos de forma amadora. Em 82 decidimos ser profissionais e montamos o Paralamas. Enviamos uma demo com a canção “Vital e sua moto” para uma rádio, e a partir de lá ficamos conhecidos.

Hoje, os Paralamas do Sucesso já venderam mais de três milhões de cópias e continuam no topo como uma das mais importantes bandas de rock do Brasil. Herbert conta ainda de um momento que o marcou em suas idas ao FICO, quandoRaul Seixas tocou no festival em 83. “Estávamos lá. Paralamas tinha acabado de nascer. Raul fez o show totalmente bêbado, e mesmo assim levantou uma multidão. Raul brilhava.” Conta Herbert.

De volta a Brasília na edição 2018 do FICO, a campeã da nova geração da categoria Canto foi a aluna Anne Raphaela e o segundo lugar foi para Lara Oliveira em uma festa lotada de estudantes das mais variadas regiões do Distrito Federal. Cerca de mil pessoas compareceram ao festival.

“É gratificante ver que nosso trabalho está no caminho certo e que agradamos aos jurados, que são de altíssimo nível e produtores de grandes bandas nacionais. O Objetivo promover um festival como o FICO é mais do que proporcionar a oportunidade para o aluno tocar em um evento desse porte, é um incentivo ao desenvolvimento da cultura brasileira”, comemorou Anne Raphaela.

Durante o evento, os alunos foram convidados a se apresentarem em algumas categorias: Composição Inédita, Cover, Intérprete e DJ; e ainda concorreram aos prêmios de Revelação, Melhor Banda, Letra, Baixista, Guitarrista, Baterista e Tecladista.

Publicidade

Programe-se

Domingo (18) tem Henrique e Ruan no Varanda Dudu Bar

Redação

em

Publicado por

Rodrigo Carletti

Domingo é dia de curtir a boa música sertaneja. No dia 18 de Novembro, os queridinhos da Capital Federal, Henrique e Ruan, estarão no Varanda Dudu Bar. A dupla será a tração principal do projeto Resenha do Dudu, lançado com sucesso no início do ano pela casa. A dupla fará show acústico com um repertório recheado de hits do último disco. Intitulado “Quando eu bebo, eu choro”, o CD reúne 18 canções, que contam com participações para lá de especiais, como Cléber e Cauan, Humberto e Ronaldo, e Israel Novais. Além disso, o agito que começa a partir das 16h, será embalado pelo som do DJ Bruno Freitas animando a galera com o melhor da música eletrônica.

Resenha do Dudu

  • Endereço: Avenida Jacarandá – Águas Claras
    (Rua de frente para o Batalhão da Polícia Militar)
  • Horário de funcionamento: todos os domingos, a partir das 16h
  • Telefone: (61) 3382-8830
  • Entrada: R$ 20 mulher e R$ 30 homem

Continuar lendo

Programe-se

Teatro Nacional sedia exposição de grafites até 25 de novembro

Redação

em

Publicado por

Renato Araújo/Agência Brasília

Mais de 70 obras de grafiteiros podem ser vistas no foyer da Sala Villa-Lobos do Teatro Nacional Claudio Santoro até 25 de novembro, das 9 às 18 horas.

Os trabalhos da exposição Cidade Graffitisão de participantes do Encontro de Graffiti do Distrito Federal de 2018, que reuniu artistas locais e da Região Integrada de Desenvolvimento do DF e Entorno (Ride), em 15 e 16 de setembro.

A edição deste ano foi marcada por debates sobre a valorização da atividade, a criação do Comitê Permanente do Grafite e uma ação no Sol Nascente, em Ceilândia.

Nos dois dias, um grupo de grafiteiros pintou muros da região para mostrar os diversos estilos de intervenção urbana e, assim, revitalizar a cidade e interagir com a comunidade.

De 26 de novembro a 14 de dezembro, a mostra ficará itinerante por alguns pontos do DF.

Em Brasília, para valorizar o segmento, o governo instituiu a Política de Valorização do Grafite, por meio do Decreto nº 39.174, de 3 de julho de 2018.

Um dos elementos do hip-hop e parte dessa cultura e desse movimento artístico e cultural, o grafite é exposto em museus e galerias de todo o mundo.

Continuar lendo

Programe-se

Oktober Jazz Bier Festival reúne música e cerveja artesanal

Redação

em

Publicado por

Raquel Camargo

Brasília estende o mês oficial dos cervejeiros: a capital recebe em novembro o Oktober Jazz Bier Festival nos dias 15, 16 e 17, na Arena Lounge do Estádio Nacional Mané Garrincha. O festival cultural e gastronômico reúne cervejarias artesanais do Distrito Federal e entorno em um ambiente cenográfico repleto de atrações culinárias. Como trilha sonora, o line-up leva para o palco interpretações de jazz, MPB e música instrumental por artistas nacionais e regionais, com um dia de tributo ao grande músico Ray Charles.

O espaço, formado por cerca de 50 estandes no total, congrega 21 marcas cervejeiras e 18 estandes de alimentação. O festival conta ainda com a venda de produtos do setor agro regional, como cafés, vinhos, cachaças, geleias, pimentas, doces, chocolates e embutidos. Com música, entretenimento e mais de 300 rótulos de cerveja disponíveis, o projeto visa posicionar no mercado das Oktoberfests, evento criado em Munique, na Alemanha, 1814, e que se difundiu pelo mundo e por diversas cidades brasileiras como uma celebração à cultura cervejeira.

O festival conta com a correalização da Secretaria de Esporte, Turismo e Lazer do Distrito Federal (SETUL-DF). A proposta do Festival é fomentar o mercado turístico, cultural e gastronômico através da união de atrações musicais e alguns dos principais produtores e empreendedores do segmento de cerveja, além de representantes do mercado gastronômico local.

Entre os artistas que comandam a trilha sonora do evento, a banda Doop Jam no dia 15 e o cantor Tiago Satya, um dos destaques nacionais entre a nova música popular brasileira, se apresenta dia 16 no palco do festival. No dia 17, o palco relembra momentos icônicos do jazz com um tributo ao cantor e pianista americano Ray Charles, um dos nomes mais marcantes da história mundial do jazz e blues.

Entre as 21 cervejarias presentes no evento, nomes já tradicionais da cena cervejeira da capital como Stadt, Criolina e Corina, e empreitadas regionais como Brasilia Beer, 2 Candangos, Cerrado Beer, Substanz, Activista e Entrequadras.

As opções gastronômicas apresentam variados sabores e referências do mundo. Entre eles, a padaria e cafeteria italiana Siamo Noi e a culinária regional de Salvador com o estande Um Pedacinho da Bahia. Para os amantes de carne, os churrascos especiais do Angus Truck, as receitas do legítimo hamburguer do Burn Burger & Beer e a linguiças e carnes gourmet do Peculiaris Gourmet. Entre outros estandes gastronômicos, o Paraíso das Cucas e Estação do Crepe.

O Oktober Jazz Bier Festival tem como objetivo movimentar a cadeia produtiva da gastronomia e valorizar a produção local de cervejas artesanais, divulgando o grande polo de cerveja artesanal que está nascendo em Brasília.

Oktober Jazz Bier Festival

  • Data: 15 a 17 de novembro
  • Local: Arena Lounge do Estádio Nacional Mané Garrincha
  • Horários: 15 e 16 de novembro, às 17h. Dia 17, às 11h.
  • Classificação livre
  • Bilheteria: R$ 20

Continuar lendo
Brasília, 16 de novembro de 2018

Publicidade
Publicidade
Publicidade

Mais Lidas da Semana