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Como envelhecer com saúde?

Exercício físico ajuda a preparar o corpo para a terceira idade

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Foto/Imagem: Shutterstock


A atividade física traz inúmeros benefícios para a saúde, como: a melhora da composição corporal, do humor, da disposição e do condicionamento cardiovascular; aumento da massa muscular e da força; desenvolve flexibilidade, coordenação e equilíbrio; atua na diminuição da ansiedade, insônia, estresse, depressão e melhora até qualidade do nosso sono.

Ao iniciar o envelhecimento, o organismo entra em desgaste e degeneração de suas estruturas, ficando mais propenso a lesões, fraturas, tensões e dores de maneira geral, de acordo com a médica anestesiologista especialista em tratamento da dor crônica, Rebeca Vasconcelos, da Clínica Libertà Saúde.

Ela aponta há ainda uma maior perda de massa muscular e aumento de comorbidades típicas da idade, como a hipertensão arterial e o diabetes. “Tudo isso desencadeia processos dolorosos”, diz.

A profissional de educação física da Bodytech Sudoeste, Thaís Sodré complementa que o envelhecimento está associado a uma série de alterações fisiológicas, que somadas levam a pessoa a incapacidade funcional, aumentando a inatividade física, o risco de doenças e de morte.

“A prática de atividade física é essencial para um envelhecimento saudável. Quando praticada regularmente, previne o desenvolvimento de doenças crônico-degenerativas, doenças cardiovasculares, como a diabetes tipo 2 e hipertensão”, aponta Thaís.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda pelo menos 150 minutos de atividade física aeróbica por semana de intensidade moderada, podendo ser 5x por semana – 30 minutos por dia ou pelo menos 75 minutos de atividade vigorosa.

Mas como começar?

Iniciar uma atividade física pode ser mais simples do que parece. A caminhada é uma ótima opção para quem quer começar. Andar de bicicleta, praticar natação, correr ou dançar também podem ser ótimas alternativas. Thaís destaca ainda, a prática de esportes para quem gosta de relaxar e incentivar os amigos e familiares a não ficarem parados.

“Recomenda-se ainda praticar atividades de fortalecimento muscular envolvendo os principais grupos musculares em dois ou mais dias da semana. Procure um profissional de Educação Física e Mexa-se! A sua saúde agradece!”, complementa.

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Erasmo Tokarski

Blefaroplastia não cirúrgica é tendência para melhorar aparência

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Redação
Foto/Imagem: Freepik

Com o passar dos anos é natural que a pele comece a perder elasticidade. Isso ocorre porque há redução na produção de colágeno, responsável pela sustentação e, também, porque as células não se regeneram com a mesma facilidade de quando eram mais jovens.

Entre as áreas mais afetadas pelo envelhecimento está a região dos olhos, principalmente onde ficam as pálpebras. Na parte de baixo se forma uma espécie de bolsa de gordura, o que dá uma aparência de cansaço ao rosto. Já na parte de cima, o excesso de pele pode fazer com que a pessoa tenha dificuldade para enxergar.

A blefaroplastia é um procedimento realizado para melhorar a aparência e evitar que o excedente de pele comprometa o campo da visão. Atualmente, o mercado oferece a possibilidade de fazer a correção sem ter que passar pela cirurgia: é a chamada tecnologia de plasma.

Especialista em pele há mais de 30 anos, o dermatologista Erasmo Tokarski explica como funciona o procedimento.

“Não é uma cirurgia mas sim um tratamento estético não invasivo. O plasma usado na blefaroplastia sem cortes é um gás ionizado formado pela ação de uma forte energia que promove a separação de íons e átomos. O aparelho utilizado no procedimento gera um plasma artificial que estimula a retração da pele das pálpebras sem cortes”, detalha.

De acordo com o profissional, o tratamento é feito com anestesia local e dura em média 30 minutos. Os resultados podem ser notados logo na primeira sessão.

“Por ser realizado de forma ambulatorial, o tempo de recuperação é de 8 a 10 dias, podendo ocorrer um pouco de inchaço, vermelhidão e algumas manchas, que desaparecerão com o tratamento . Os efeitos positivos do tratamento poderão ser evidentes logo após a primeira intervenção, porém, melhores resultados serão observados após três semanas. Para a aparência benéfica máxima, geralmente são necessárias 3 sessões com intervalos de 6 semanas. Mas não é regra. Os resultados variam de pessoa para pessoa”, ressalta Tokarski.

Benefícios da técnica

  • Correção de imperfeições da pele e lesões benignas, incluindo verrugas, fibromas, pigmentação e manchas solares;
  • Melhoria na aparência de cicatrizes, incluindo cicatrizes pós-cirúrgicas, cicatrizes de acne e estrias;
  • Melhora as linhas de expressão e rugas ao redor da boca.
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Junho vermelho

Além de um ato de amor, doar sangue reduz riscos de problemas do coração

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Redação
Foto/Imagem: Tony Winston/Agência Brasília

Como parte da campanha Junho Vermelho, o dia 14, em que é celebrado o Dia Mundial do Doador de Sangue, tem como objetivo incentivar o espírito de solidariedade, conscientizando a população de que doar sangue é um ato de amor ao próximo e uma atitude que salva vidas. Além disso, a ação promove uma série de benefícios à saúde do doador, como por exemplo, a redução de risco de doenças cardíacas e de alguns tipos de câncer.

O cardiologista hemodinamicista do Instituto do Coração de Taguatinga (ICTCor), Ernesto Osterne, lembra que existem estudos que comprovam que a doação de sangue reduz a viscosidade do sangue, permitindo que os doadores sejam menos propensos a desenvolver doenças do coração.

Um estudo realizado por médicos da Clínica Universitária de Innsbruck, na Áustria, por exemplo, revelou que o metabolismo do elemento ferro no sangue explica a teoria de benefício cardiovascular. “O nosso sangue é produzido na medula e renovado a cada 120 dias, ou seja, quatro meses. Esse processo de composição das novas células faz uso do ferro. A doação de sangue faz com que o organismo produza mais células jovens para repor as células que foram doadas e com isso diminui as reservas de ferro e a oxidação dos lipídios, que consequentemente reduz o risco de entupimento das artérias do coração e do cérebro”, pontua o especialista.

Além disso, pesquisas também apontam que o ato de doar sangue colabora com a redução de certos tipos de câncer, devido à redução oxidativa.

“Quando a pessoa doa sangue ela passa automaticamente por um processo de renovação das células, com isso, as células velhas são renovadas, o que colabora para a redução de algumas doenças”, explica Osterne. O médico alerta, ainda, que o simples ato de doar sangue é uma forma de cuidar da saúde do coração, pois ao se submeter ao processo, o doador precisa realizar uma bateria de exames para identificação de possíveis doenças infectocontagiosas.

“Os exames são realizados para identificar doenças como por exemplo AIDS, Sífilis, Doença de Chagas, Hepatite B e C, entre outras, e isso permite que a pessoa fique mais atenta à saúde.

Como doar

Segundo o Ministério da Saúde, 16 pessoas, a cada mil habitantes, são doadoras de sangue. O percentual corresponde a 1,6% da população brasileira e está dentro dos parâmetros preconizados pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

No Distrito Federal, as doações podem ser realizadas no Hemocentro de Brasília. O agendamento pode ser feito pelos números 160 ou (61) 3327-4413.

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