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Imunizantes contra a Covid

Estudo aponta resultados positivos misturando doses da Pfizer e AstraZeneca

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Foto/Imagem: Getty Images


Uma pesquisa da Universidade de Oxford apontou resultados positivos na mistura de vacinas contra a Covid-19 da Pfizer e da AstraZeneca. O estudo foi realizado com 850 voluntários com 50 anos ou mais.

A análise comparou o nível de proteção oferecida por duas doses de imunizantes de tecnologias diferentes em relação a duas doses do mesmo medicamento. As aplicações foram feitas no intervalo de quatro semanas.

Quem recebeu a primeira dose da AstraZeneca (que usa o vetor viral) seguida da Pfizer (que usa o RNA mensageiro) produziu mais anticorpos e células T. A inversão de aplicações também mostrou uma melhor resposta do que nos casos de duas doses da AstraZeneca.

Já aqueles que receberam as duas doses da Pfizer tiveram a maior resposta imunológica de todos os grupos.

Outra conclusão do estudo foi que pessoas vacinadas com duas doses do imunizante da AstraZeneca podem ter uma resposta imunológica mais forte se receberem uma terceira injeção diferente como reforço.

A medida é avaliada pelo governo britânico e pode acontecer no país a partir de setembro.

Rio de Janeiro

As grávidas imunizadas contra a Covid-19 com a primeira dose da AstraZeneca/Oxford poderão receber a segunda dose com a vacina da Pfizer, na cidade do Rio de Janeiro. A autorização foi feita pela Secretaria Municipal de Saúde, a partir de recomendação do comitê científico da pasta.

A informação foi divulgada nesta terça-feira (29) pelo secretário de Saúde, Daniel Soranz, em seu perfil no Twitter. Segundo ele, a vacinação pode ocorrer, desde que haja avaliação dos riscos e benefícios, feitos pelo médico que atende a gestante.

Soranz usou como exemplo países como Alemanha, Canadá, Dinamarca, França, Finlândia, Portugal, Suécia, Inglaterra e Itália, que recomendam ou autorizam o uso da Pfizer como segunda dose para quem se imunizou, na primeira dose, com a AstraZeneca.

A vacinação de grávidas com AstraZeneca foi suspensa por orientação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), devido a possíveis efeitos adversos do imunizante.

Atualizado em 29/06/2021 – 11:22.

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