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Fechado desde 2015

Espaço Oscar Niemeyer será reaberto neste sábado (24)

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Foto/Imagem: Ludimila Barbosa/Secec


A Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec) reabre, neste sábado (24), o Espaço Oscar Niemeyer, que estava fechado desde 2015. O local, que integra o complexo arquitetônico e cultural da Praça dos Três Poderes, funcionará como espaço expositivo e será dirigido por Charles Cosac, que também está à frente do Museu Nacional da República.

“O Espaço Oscar Niemeyer abrigará exposições de arte contemporânea, produzida principalmente em Brasília”, explica. Cosac também diz que o local terá uma exposição permanente sobre o arquiteto. Serão peças, croquis, desenhos e fotografias que mostram o trabalho de Niemeyer e, também, da construção da capital.

O equipamento cultural será reinaugurado com a exposição Césio 137, do artista goiano Siron Franco. A mostra tem 50 óleos sobre papel inéditos, 12 telas e quatro esculturas que contam, por meio da arte, o maior acidente radioativo em área urbana no Brasil, ocorrido em 1987. A exposição ficará aberta de 24 de agosto a 30 de outubro.

Para marcar a entrega do espaço revitalizado e a abertura da mostra, a Secec realiza, também no sábado, a partir das 17h, evento com apresentação do quinteto feminino da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro. Siron Franco também participa do momento e falará sobre sua obra.

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Localizado no Bosque dos Constituintes, ao lado da Praça dos Três Poderes, o prédio de traços arredondados foi projetado por Oscar Niemeyer em 1988 e tem área de 433 metros quadrados.

A reabertura, realizada por iniciativa da Secretaria de Cultura, teve investimento de R$ 933 mil. Foram realizadas intervenções no sistema elétrico e manutenção no telhado e piso, além de pintura na área interna e, também, externa.


Reabertura do Espaço Oscar Niemeyer

  • Data: 24 de agosto
  • Horário: 17h
  • Local: Espaço Oscar Niemeyer – Bosque dos Constituintes

Exposição Siron Franco/Césio 137

  • Período expositivo: 24/8 a 30/10
  • Visitação: terça-feira a domingo
  • Horário: 9h às 18h

SIG Quadra 3

Bloco do Massay anima carnaval do CW&Co neste sábado (15)

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Foto/Imagem: Divulgação

Preparem as fantasias, serpentinas e confetes que o CW&Co (SIG Quadra 3) se prepara para estrear na avenida. Neste sábado (15), a partir das 12h, a casa recebe o Bloco do Massay para fazer uma boa e animada festança. Os ingressos estão disponíveis no eventbrite a partir de R$ 20 (lote promocional).

Estreando no carnaval de Brasília, o músico Allan Massay preparou um repertório especial com clássicos da axé-music e também da MPB com mescla de guitarras com batuque da percussão e muito swing. Além da seleção de músicas que promete não deixar ninguém parado, a casa estará completamente redecorada para receber os clientes, tornando o ambiente ainda mais descolado e divertido.

Na ocasião, o local oferece dose dupla de vinho, espumante e cerveja (Heineken). A promoção é válida das 12h às 15h. Outra boa opção é se esbaldar com a nova carta de gin do CW&Co. Entre as sugestões destaque para o Espresso Tônica (R$ 35). A novidade une o clássico gin em uma versão diferente e saborosa. Outra boa opção é o gin preparado com canela e maçã verde (R$ 30) ou ainda versão refrescante à base de flor de sabugueiro e baunilha também. O clássico também tem vez com a gin tônica (R$ 30).

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15 de fevereiro

Essa Boquinha Eu Já Beijei terá Ellen Oléria e Lan Lan no palco

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Foto/Imagem: Divulgação

Pelo sétimo ano, o bloco feminista e  LGBTI Essa Boquinha Eu Já Beijei sai às ruas para promover uma festa democrática e de fomento à diversidade, resgatando a linguagem política associada à data – tudo com muita diversão, glitter e música boa, claro. Além de nomes importantes do cenário cultural brasiliense, o bloco convida para o baile oficial de 2020, a cantora Ellen Oléria e a compositora e percussionista Lan Lan. Ambas subirão ao palco no dia 15 de fevereiro, a partir das 11h, no gramado da Funarte, junto às integrantes da Boquinha, para animar o sábado de pré-carnaval.

Nascida e criada em Brasília, Ellen Oléria se formou e Artes Cênicas na UnB, tem mais de 15 anos de trajetória musical, cinco discos lançados e vários prêmios conquistados em festivais brasileiros. A artista conquistou projeção nacional não só pelo voz potente e repertório brasileiríssimo, mas pela representatividade e ativismo político em prol da população negra.

Já Lan Lan é percussionista, cantora e compositora, com mais de 30 anos de carreira e uma indicação recente ao Grammy, em 2018. Aos 50 anos, é referência em representatividade LGBTI na mídia.

As duas vão se unir à banda oficial da Boquinha, composta por Letícia Fialho (voz), Sam Defor (voz), Ju Rodrigues (Voz), Ive Lorena (voz), Larissa Umaytá (percussão), Anne Caroline Vasconcelos (percussão), Pricila Pit (percussão), Fernanda Pinheiro (percussão), Mariana Sardinha (cavaquinho), Irene Egler (violão), Bruna Tassy (contrabaixo e voz) e Thanise Silva (flauta) e Tamara Maravilha (DJ). O show contará, ainda, com a participação de Isadora Pina (saxofone e voz) e Lili Santos (trombone).

Juntas, elas vão comandar um repertório repleto de sonoridades, do samba ao afoxé, da farra à conscientização política e social. Na edição de 2020, o coletivo cria o projeto Sol à Pino, com a intenção de fomentar a curtição durante o dia e apoiar outros projetos da cidade, como fanfarras e DJs.

Feito por mulheres

O protagonismo feminino também prevalece bastidores. Assim, a produção fica a cargo das agitadoras culturais e idealizadoras do bloco, Pati Egito e Mari Mira – que também são DJ e VJ, respectivamente, e animam os intervalos da Boquinha com sets explosivos, resultado de anos de pesquisa e trabalho com música brasileira e cultura queer; Elisa Carneiro na apresentação; e Tava Gomes, que comanda a equipe de comunicação do bloco.

Coletivo de mulheres lésbicas

Com o mote “Machismo, racismo e LGBTIfobia nesse território não se criam”, o Essa Boquinha Eu Já Beijei é liderado por mulheres lésbicas que, para além do carnaval, são figuras ativas na defesa dos espaços reservados à cultura e à diversidade na capital federal.

“A marca do Nosso Bloco tem sido o protagonismo feminino. Então, nada mais natural que transformar esse espaço em um lugar de fala para debatermos assédio, violência contra o público LGBTI e racismo, por exemplo. São reivindicações que estão na letra das músicas, nas fantasias do público e principalmente no diálogo que estabelecemos junto ao poder público para realizar um carnaval mais consciente”, explica Pati Egito.

História

Em sete carnavais, o Essa Boquinha Eu Já Beijei viu seu público crescer de cinco mil pessoas, na primeira edição, para 40 mil pessoas em 2019. Porém, a posição de destaque no cenário alternativo do DF não foi conquistada, apenas, com números.

Com um discurso que ressalta a importância do autocuidado e da ocupação consciente dos espaços públicos, o bloco se orgulha em ser referência em segurança para os brasilienses e de já ter sido eleito por dois anos, um dos mais limpos de Brasília, graças a uma ação conjunta de sua produção com o Serviço de Limpeza Urbana.

Nova marca

Neste ano, para marcar seu amadurecimento no carnaval do DF, o bloco sairá às ruas de cara nova. A icônica boquinha, símbolo da agremiação entre 2014 e 2019, dará lugar a uma nova identidade visual, em que os dentes aparecem em alusão à resistência e à força feminista  e LGBTI.

Outra novidade é a integração com vários outros blocos brasilienses por meio de uma iniciativa do deputado distrital Fábio Félix, batizada de Carnaval de Todas as Cores. Para integrá-lo, blocos alternativos e de temáticas ligadas à diversidade assinaram uma carta-compromisso, em que assumem uma série de obrigações com a promoção de um carnaval seguro, pacífico e plural.

Apoio

O pré-carnaval do Essa Boquinha Eu Já Beijei, no dia 15 de fevereiro, também tem apoio do Fundo de Apoio à Cultura, da Secretaria de Cultura do Distrito Federal.

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Costelada

CW&Co (SIG) tem churrasco com mestre defumador neste sábado

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Foto/Imagem: Divulgação/Lucas'BBQ

Com a proposta de unir experiências gastronômicas e valorizar profissionais do quadradinho, o CW&Co (SIG Quadra 3) promove a Costelada com Lucas’BBQ neste sábado (8), a partir das 11h. Especialista em churrasco texano, o brasiliense já é conhecido na capital federal pelo preparo de suculentas carnes. Os ingressos podem ser adquiridos pelo Eventbrite e custam entre R$ 12 e R$ 45.

Com uso de técnicas norte americanas, Lucas Parente possui traços de influência de Aaron Franklin, texano mundialmente conhecido pelo cozimento lento de suas carnes. Sua técnica pode ser conferida de perto na Asa norte, onde Lucas’BBQ tem trailer, o brisket preparado pelo brasileiro pode ser facilmente comparado ao de Franklin.

Além do brisket, a dica é experimentar sua costela bovina, que dá nome ao evento. A carne possui sabor intenso em equilíbrio ao do sal, é bem defumada e tão suculenta que se solta dos ossos. O cupim preparado pelo churrasqueiro também ganha destaque, além de saboroso, derrete na boca e faz o gosto dos brasilienses.

A Costelada com Lucas’BBQ acontece no descolado jardim do CW&Co. A casa oferece uma extensa carta de vinhos, opções de chopes, cervejas especiais e também uma surpreendente carta de gin. Além de variadas opções de queijos artesanais e música ao vivo para o público presente.

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