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EpiVacCorona: Rússia diz que sua 2ª vacina contra Covid-19 é 100% eficaz

Redação

Publicado

Foto/Imagem: Alexander Nemenov/AFP
Sputnik

O Serviço Federal de Defesa dos Direitos dos Consumidores e Bem-Estar Humano da Rússia (Rospotrebnadzor) afirmou nesta terça-feira (19) que, com base nos resultados de testes clínicos, a segunda vacina russa contra a Covid-19, a EpiVacCorona, é 100% eficaz.

“A eficácia da vacina é composta de sua eficácia imunológica e sua eficácia preventiva. Com base nos resultados da primeira e da segunda fase dos ensaios clínicos, a eficácia imunológica da vacina EpiVacCorona é de 100%”, lê-se no comunicado do Rospotrebnadzor.

A EpiVacCorona, desenvolvida pelo Centro Estatal de Pesquisa de Virologia e Biotecnologia Vektor, com sede em Novossibirsk, foi registrada em 13 de outubro. A Rússia iniciou testes em massa da EpiVacCorona em novembro.

A primeira vacina contra o Sars-CoV-2 desenvolvida no país, a Sputnik V, segundo os dados publicados pela fabricante russa, sua taxa de eficácia, medida em três etapas diferentes de testes, superou 90% em cada uma delas. Além disso, tem 100% de eficácia contra casos graves de Covid-19.

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Science Direct

Estudo revela que vírus da Covid-19 é capaz de matar células do coração

Redação

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organismo ataca novo coronavírus covid-19
Foto/Imagem: Getty Images

Um novo estudo fornece evidências de que os danos ao coração de pessoas infectadas com o novo coronavírus são causados ​​pela invasão e replicação do vírus SARS-CoV-2 dentro das células do músculo cardíaco, levando à morte celular e interferindo na contração do músculo cardíaco. Os resultados foram publicados na revista científica Science Direct.

Os cientistas realizaram autópsias em pessoas que morreram em decorrência da Covid-19 e expuseram células-tronco cultivadas ao vírus, a fim de mostrar que o coronavírus pode infectar células do músculo cardíaco.

“No início da pandemia, tínhamos evidências de que este [novo] coronavírus pode causar insuficiência cardíaca ou lesão cardíaca em pessoas geralmente saudáveis, o que foi alarmante para a comunidade de cardiologia […]. Até mesmo alguns atletas universitários que foram liberados para voltar às competições de atletismo após a infecção por Covid-19 mostraram posteriormente cicatrizes no coração”, afirma em comunicado Kory Lavine, coautora do estudo.

Lavine acrescentou que há um debate contínuo sobre se o dano ao coração é causado pela infecção real do SARS-CoV-2 ou se decorre de uma resposta imune inflamatória desencadeada pelo vírus. Mas, de acordo com a cientista, este novo estudo deve encerrar o debate.

“Nosso estudo é único porque mostra definitivamente que, em pacientes com Covid-19 que desenvolveram insuficiência cardíaca, o vírus infecta o coração, especificamente as células do músculo cardíaco […]. A inflamação pode ser um segundo golpe além dos danos causados ​​pelo vírus, mas a inflamação em si não é a causa inicial da lesão cardíaca”, comenta Lavine.

Parte do motivo pelo qual essas questões de causalidade em danos ao coração têm sido difíceis de responder é a dificuldade de estudar o tecido cardíaco de pacientes com Covid-19. Os pesquisadores foram capazes de validar suas descobertas estudando o tecido de quatro pacientes com Covid-19 que tiveram lesão cardíaca associada à infecção, mas mais pesquisas são necessárias.

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Nature Communications

Cientistas revelam remédio que diminui 2 vezes risco de morte pelo coronavírus

Redação

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Redação
Foto/Imagem: Pixabay

Cientistas norte-americanos descobriram que o tratamento com estatinas para reduzir o nível do colesterol diminui significativamente o risco de morte pela Covid-19, segundo um estudo publicado na revista Nature Communications.

Os especialistas da Universidade Columbia, EUA, estudaram os dados de 2.626 pacientes com Covid-19, hospitalizados nas primeiras 18 semanas da pandemia, para analisar o impacto dos remédios tomados no tratamento da doença e risco de morte.

Entre os pacientes que tomaram remédios para diminuir o nível do colesterol a taxa de mortalidade durante 30 dias foi de 14,8%, enquanto mesma taxa entre os outros pacientes foi de 26,5%.

Corrigindo os dados tomando em consideração as diferenças demográficas, doenças colaterais e outros fatores, os cientistas concluíram que as estatinas diminuíram a mortalidade hospitalar em 50%.

Os pesquisadores destacaram que os remédios tomados não diminuíram o risco de tratamento em UTI ou a duração de estadia no hospital.

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