Vergonha
Em vídeo, delegado da Polícia Civil critica Justiça por libertar suspeitos
Um delegado da Polícia Civil publicou, em redes sociais, vídeo em que critica a liberação pela Justiça de um casal suspeito de tráfico de drogas, menos de 24 horas após a prisão em flagrante. Na mensagem gravada na 4ª DP (Guará) e publicada na última sexta (8), Rodrigo Larizzatti faz referência ao rito das audiências de custódia, aplicadas desde fevereiro no país e desde outubro na capital federal.
“Pasmem, [foram soltos] sem fiança. Trabalho árduo, passamos a madrugada na rua para prender traficantes de drogas, conseguimos uma prisão com filmagens, com drogas apreendidas. Crack, no caso. E um dia depois, os dois são colocados em liberdade porque são traficantes que não integram organização criminosa. Isso é uma vergonha, é um absurdo, é ridículo. Pois bem, esse é o país em que você vive”, diz o delegado-chefe da unidade.
O vídeo dura 4 minutos e meio e faz parte de uma página de “direito e política crítica” mantida pelo policial no Facebook. Além de delegado, Larizatti dá aula de direito criminal em cursinhos para concursos públicos. Até a manhã desta segunda (11), o site indicava 48 mil visualizações do material, que também foi compartilhado em grupos de WhatsApp.
Na mensagem, Larizzatti enumera os posicionamentos apresentados na audiência de custódia pelo Ministério Público do DF e pelo juiz Valter André Araújo, que não é identificado por nome na mensagem. O G1 fez contato por telefone com o delegado, que preferiu não comentar o caso. O MP ainda analisa o caso.
“Pasmem, [foram soltos] sem fiança. Trabalho árduo, passamos a madrugada na rua para prender traficantes de drogas, conseguimos uma prisão com filmagens, com drogas apreendidas. Crack, no caso. E um dia depois, os dois são colocados em liberdade porque são traficantes que não integram organização criminosa. Isso é uma vergonha, é um absurdo, é ridículo. Pois bem, esse é o país em que você vive”, diz o delegado-chefe da unidade.
O vídeo dura 4 minutos e meio e faz parte de uma página de “direito e política crítica” mantida pelo policial no Facebook. Além de delegado, Larizatti dá aula de direito criminal em cursinhos para concursos públicos. Até a manhã desta segunda (11), o site indicava 48 mil visualizações do material, que também foi compartilhado em grupos de WhatsApp.
Na mensagem, Larizzatti enumera os posicionamentos apresentados na audiência de custódia pelo Ministério Público do DF e pelo juiz Valter André Araújo, que não é identificado por nome na mensagem. O G1 fez contato por telefone com o delegado, que preferiu não comentar o caso. O MP ainda analisa o caso.
Mateus Rodrigues, G1 DF
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