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8 de agosto

Dia Nacional do Combate ao Colesterol: como prevenir e tratar

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Foto/Imagem: Pixabay


No dia 8 de agosto, anualmente, é comemorado o Dia Nacional do Combate ao Colesterol. Em um momento em que a conscientização sobre vida saudável é cada vez maior, o cenário ainda não é o ideal. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 40% da população brasileira sofre com alterações nos níveis de mau colesterol. Mas, afinal, o que é colesterol?

De acordo com o Dr. Jairo Rocha, cardiologista do ICTCor (Instituto do Coração de Taguatinga), o colesterol é um tipo de gordura que é encontrada no organismo humano e fundamental para seu funcionamento. “Existem dois tipos de colesterol: o LDL, que é considerado o mau colesterol, e o HDL, tido como o colesterol bom. O HDL serve como um limpador, que retira o LDL das artérias e o transporta para o fígado, onde será excretado”, explica. Logo, se os níveis de mau colesterol forem maiores que o de bom, é importante ficar atento.

O colesterol alto não provoca sintomas. Por se tratar de uma doença silenciosa, muitas vezes as pessoas não percebem o problema, o que pode trazer consequências gravíssimas. Quando em altos níveis, a substância se acumula nas artérias, inclusive nas coronárias e carotídeas, formando espécies de placas que dificultam o fluxo sanguíneo que chega ao coração e ao cérebro. Isso aumenta consideravelmente o risco de acidente vascular cerebral (AVC) e infarto agudo do miocárdio. Vários estudos apontam o colesterol alto como uma das principais causas de doenças cardiovasculares, correspondendo a mais de 300 mil mortes no Brasil por ano de acordo com o Ministério da Saúde (uma morte a cada dois minutos).

Ao detectar, por meio de exames de sangue, que está com os níveis alterados, a pessoa deve procurar os tratamentos adequados. “Existem várias maneiras de tratar a doença, desde alimentação, atividade física, medicamentos até procedimentos cirúrgicos. Para os casos de entupimento de artérias, a angioplastia e o cateterismo são os mais recomendados. Mas cada caso precisa ser avaliado individualmente, a pessoa jamais pode se automedicar. A orientação especializada é essencial para o sucesso do tratamento”, diz Dr. Evandro Osterne, cardiologista do ICTCor.

Prevenção

Já que prevenir é melhor do que remediar, existem alguns hábitos que ajudam na hora de ajustar os níveis de colesterol. Não fumar, manter uma frequência de atividades físicas e se hidratar bem são exemplos a serem seguidos, principalmente se houver histórico familiar ou de diabetes. Além destes, uma boa alimentação é fundamental, já que 30% do colesterol total do ser humano é adquirido via alimentos, sendo os outros 70% produzidos pelo próprio organismo.

Alimentação Saudável

Segundo o nutricionista Daniel Novais, alimentos ricos em gorduras saturadas são os primeiros a ser evitados, ou até cortados. “Margarina, frituras, embutidos, chocolates e sorvetes são alguns dos vilões da alimentação quando se trata de colesterol ruim”, garante. Por sorte, existem também os alimentos “do bem”, que, associados a exercícios físicos e não consumidos com exagero, aumentam o colesterol bom e controlam o ruim. “Já neste grupo, temos os peixes, abacate, azeite de oliva, alho, cebola e manteiga de amendoim”, completa Daniel. Agora que você já sabe o que fazer (e o que não fazer), hora de se cuidar!

Atualizado em 07/08/2018 – 09:55.

Segurança Pública

DF tem segunda melhor média de policiais por habitante do país

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Ao Vivo de Brasília
Segurança Pública DF
Foto/Imagem: André Feitosa/Ascom SSP-DF

Estudo divulgado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública na última terça-feira (27) aponta que no Distrito Federal há 6,6 policiais militares para cada mil habitantes. O número coloca a capital do país como a segunda unidade da federação detentora de melhor média, ficando atrás apenas do estado do Amapá, e superando, inclusive, a proporção nacional, que é de dois policiais militares/mil habitantes.

Os índices do DF também são superiores ao de outros países. Nos Estados Unidos, por exemplo, a proporção média varia de 1,8 a 2,6, segundo dados disponibilizados pela Associação Internacional de Chefes de Polícia. As informações constam no Raio-X das Forças de Segurança Pública.

Os bons números são possíveis graças ao investimento constante do Governo do Distrito Federal (GDF) e da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) para reforçar o quadro de das forças de segurança pública da capital federal. Desde 2019, o Executivo nomeou cerca de 4 mil homens e mulheres para os quadros da pasta.

“A recomposição do efetivo das forças de segurança do DF e a criação de estratégias que minimizem esse impacto aos serviços prestados à sociedade têm sido prioridades para o governo do DF e para a nossa gestão. Existe a previsão do ingresso de cerca de 3 mil policiais e bombeiros”, enfatiza o secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar.

O GDF também empenha recursos em tecnologia, inteligência e capacitação, coordenando ações com diferentes setores do governo e da sociedade, visando melhorar o serviço prestado à sociedade. O investimento já trouxe resultados: em 2023, o DF atingiu o menor índice de homicídios dos últimos 47 anos, com taxa de 9,1 homicídios por grupo de 100 mil habitantes – o mais baixo desde 1977, que teve 14 casos por grupo de 100 mil.

Outra política pública de destaque no âmbito da segurança pública é a criação do Programa de Videomonitoramento Urbano (PVU) que agora atende a 29 regiões administrativas (RAs) do Distrito Federal. Já são mais de 1,1 mil câmeras instaladas pelas vias públicas, que permitem o monitoramento integrado entre as forças de segurança e outros 30 órgãos, bem como instituições e agências dos governos local e federal.

Só no ano passado, o GDF investiu R$ 14.207.991,79 no programa, e, para 2024, a SSP-DF pretende investir mais R$ 5.330.189,59. O programa está inserido no contexto do eixo Cidade Mais Segura, do DF Mais Seguro – Segurança Integral.

Mais nomeações

Além de reforço na segurança, as nomeações promovidas pelo GDF também objetivam contrabalancear a evasão de agentes que têm solicitado aposentadoria nos últimos anos e o aumento da população do DF e do Entorno. Em 2014, a capital contava com 15 mil policiais militares e 5 mil civis na ativa. Atualmente, o efetivo é de 10 mil e 3 mil, respectivamente.

Avelar destaca ainda que, no Distrito Federal, as forças de segurança possuem situação peculiar às outras unidades da federação. “Por se tratar da capital do país, onde acontecem, por exemplo, diversas manifestações e eventos de caráter político, nossa atuação se dá nas esferas nacional e até internacional, no suporte a órgãos e autoridades federais e corpo diplomático, por exemplo”, explica o titular da pasta.

A redução do efetivo, contudo, não é uma exclusividade do DF. Ainda conforme o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, o Brasil tem 69,3% das vagas existentes para policiais militares preenchidas. Atualmente, o país possui 404.871 policiais militares, 95.908 policiais civis e 17.991 peritos criminais na ativa.

Segundo a Polícia Militar do DF (PMDF), de 2018 até hoje, 3.434 policiais foram para a reserva remunerada (aposentados) e mais 399 contando exclusões, saídas para outros órgãos, desligamentos, totalizando 3.833 policiais.

A PMDF afirma que há previsão de inclusão de novos policiais para o biênio 2024-2025, na ordem de 869 para contratação imediata e 1.422 para cadastro reserva, perfazendo um total de 2.291 vagas.

Na Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), está em andamento concurso para agente de polícia, com previsão inicial de 600 vagas para contratação direta, além de 900 vagas para cadastro reserva, além de concurso para escrivão de polícia, com previsão inicial de 300 vagas. Em dezembro do ano passado foram nomeados 100 escrivães de polícia e 200 agentes de polícia.

Atualizado em 01/03/2024 – 11:21.

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Inscrições abertas

Universidade Católica oferece curso gratuito de informática para idosos

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Ao Vivo de Brasília
informática para idosos
Foto/Imagem: Freepik

A Universidade Católica de Brasília (UCB) está com inscrições abertas para curso básico de informática destinado a idosos com 60 anos ou mais. As aulas são ministradas aos sábados, das 9h às 12h, ao longo do primeiro semestre. Os interessados devem se cadastrar até o dia 23 de fevereiro por meio deste link.

Com previsão de início para 16 de março, o curso terá abordagem acerca da desinformação, fake news e ferramentas do Google; estudo sobre sistemas operacionais, com foco no Windows; e módulos com enfoque em Internet, aparelhos de celular e em ferramentas como Word, Excel e Power Point. Para receber o certificado, os alunos precisam ter frequência de pelo menos 75% e efetuar uma avaliação geral do curso ao final. Coordenado por um docente da UCB, o curso gratuito de informática para idosos contará com o auxílio de coordenadores e monitores estudantes. O encerramento do curso está previsto para o dia 6 de julho.

Atualizado em 28/02/2024 – 09:09.

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