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Informativo Epidemiológico nº16

Dengue no Distrito Federal cai 90% até a terceira semana de abril

Com redução de aproximadamente 90% em relação ao mesmo período de 2016, o Distrito Federal teve 1.264 casos prováveis de dengue, doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. No ano passado, até a terceira semana de abril, eram 15.123.

Das ocorrências deste ano, 1.081 são de pessoas residentes no DF e 183 de outras unidades da Federação. Os dados estão no Informativo Epidemiológico nº16, divulgado pela Secretaria de Saúde nesta quarta-feira (19).

De acordo com o balanço, até o momento, foram registrados quatro casos graves. Não houve morte causada por dengue em habitantes do DF. Em igual intervalo de 2016, ocorreram 30 infecções graves e 17 óbitos entre residentes locais.

As regiões mais atingidas pela doença no DF são: Samambaia (122), São Sebastião (121), Gama (119), Planaltina (113), Santa Maria (102), Ceilândia (88), Taguatinga (60), Sobradinho II (42), Recanto das Emas (36) e Sobradinho (32).

Febre chikungunya e zika vírus

Ainda segundo o levantamento da Saúde, anotaram-se 69 registros prováveis da febre chikungunya. Desses infectados, 51 vivem no DF e 18 no Entorno.

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A maior incidência da enfermidade ocorre nas seguintes regiões administrativas: Santa Maria (8), Taguatinga (7), Samambaia (6), Guará (5), São Sebastião (4), Gama (4), Ceilândia (3), Paranoá (3), Planaltina (2), Lago Norte (2) e Sobradinho (2).

O zika vírus atingiu 36 pessoas. Dessas, 24 moram na capital federal e 12 em outras unidades federativas. A maior parte dos casos prováveis foi encontrada no Guará (3), em Sobradinho (3), em Vicente Pires (3), em Santa Maria (3), no Gama (2), em Samambaia (2) e em Taguatinga (2).

Não houve casos confirmados de doença aguda causada pelo zika vírus em gestantes do DF. A notificação feita em boletins anteriores deste ano é de grávida procedente de Padre Bernardo (GO).

Combate ao Aedes aegypti e prevenção da crise hídrica em escolas públicas

Na tarde desta quarta (19), foram apresentadas a coordenadores, gerentes e diretores da Secretaria de Educação ações de enfrentamento do Aedes aegypti e de prevenção da crise hídrica a serem promovidas nas escolas públicas de Brasília.

Pedagoga de educação ambiental da Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb), Erika Radespiel expôs o plano ao lado de servidores da pasta de Educação e da Subsecretaria de Vigilância Ambiental, da Saúde.

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“Teremos um representante por escola para desenvolver uma mobilização na unidade a favor do uso consciente de água e do combate ao Aedes aegypti”, resumiu Erika.

Para o diretor de Vigilância Ambiental da Secretaria de Saúde, Denílson Magalhães, “essa articulação é o primeiro passo para que depois façamos inspeções em prédios públicos”. Segundo ele, o foco agora é agir nos colégios para que as crianças multipliquem o conhecimento entre familiares e a população e provoquem mudança de hábitos.

A assessora do Gabinete da Subsecretaria de Educação Básica, da Secretaria de Educação, Paula Ribeiro, disse que o intuito é levar a apresentação de hoje para as 14 regionais de ensino em maio. “A partir daí, as regionais vão repassar para todas as unidades de ensino da educação básica do DF.”

Também participaram da apresentação, na sede da Secretaria de Educação, no Setor Bancário Norte, representantes do Serviço Limpeza Urbana (SLU) e do Corpo de Bombeiros Militar.

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