Celina Leão GDF

Datafolha DF: Celina Leão amplia vantagem na disputa pelo GDF com 40%

Ao Vivo de Brasília
Tony Oliveira/Agência Brasília

A governadora Celina Leão (PP) isolou-se na liderança da corrida pelo Palácio do Buriti ao alcançar 40% das intenções de voto no mais recente levantamento Datafolha. A pesquisa aponta um empate técnico no segundo lugar entre o ex-governador José Roberto Arruda (PSD), com 17%, e o ex-deputado distrital Leandro Grass (PT), com 16%.

Panorama da intenção de voto no 1º turno

A sondagem estimulada revela a atual configuração das preferências do eleitorado do Distrito Federal para a disputa do executivo local:

  • Celina Leão (PP) – 40%
  • José Roberto Arruda (PSD) – 17%
  • Leandro Grass (PT) – 16%
  • Paula Belmonte (PSDB) – 6%
  • Ricardo Cappelli (PSB) – 3%
  • Kiko Caputo (NOVO) – 3%
  • Professor Robson (PSTU) – 2%
  • Professora Samara Mineiro (UP) – 1%
  • Rico Pinheiro (PRTB) – 1%
  • Brancos/Nulos – 8%
  • Indecisos – 3%

(Os candidatos Elisson [Agir] e Expedito Mendonça [PCO] aparecem com 0%).

Cenário alternativo sem Arruda

Devido a pendências jurídicas em torno da candidatura de José Roberto Arruda, o instituto testou um cenário sem o nome do ex-governador. Nessa simulação, Celina Leão cresce para 45%, enquanto Leandro Grass passa a 19% e Paula Belmonte registra 8%. Os votos brancos e nulos sobem para 12% e os indecisos somam 5%.

Simulações de 2º turno

Nas projeções de segundo turno, Celina Leão aparece à frente em todos os cenários testados:

  • Celina Leão (51%) x Arruda (34%)
  • Celina Leão (56%) x Leandro Grass (30%)
  • Arruda (46%) x Leandro Grass (34%)

Rejeição e avaliação da gestão

No quesito rejeição — em que o eleitor indica em quem “não votaria de jeito nenhum” —, José Roberto Arruda lidera o índice com 33%. Celina Leão e Leandro Grass aparecem empatados em seguida, com 28% de rejeição, cada.

A avaliação do governo de Celina Leão registrou evolução positiva: a aprovação (“ótimo ou bom”) subiu para 33% (ante 24% na rodada anterior), enquanto a reprovação (“ruim ou péssimo”) recuou para 26% (ante 32%).

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