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Na Rússia

Covid-19: primeiro lote da vacina Sputnik V é lançado para uso civil

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Vacina russa Sputnik V Covid-19
Foto/Imagem: Reuters


Nesta segunda-feira (7), o Ministério da Saúde da Rússia anunciou o lançamento do primeiro lote de uso civil da vacina russa contra a Covid-19, a Sputnik V.

Segundo o Ministério da Saúde da Rússia, as primeiras entregas de lotes da vacina estão programadas para o futuro próximo.

“O primeiro lote da vacina Sputnik V para a prevenção contra a infecção pelo novo coronavírus, desenvolvida pelo Centro Nacional de Pesquisa de Epidemiologia e Microbiologia Gamaleya, do Ministério da Saúde da Rússia, passou pelos testes necessários de qualidade nos laboratórios do Roszdravnadzor [órgão russo regulador de dispositivos médicos] e foi colocado em circulação civil”, disse o Ministério através de comunicado oficial.

No domingo (6), o prefeito de Moscou, Sergei Sobyanin, disse que espera que a maior parte dos cidadãos da capital da Rússia sejam vacinados contra o novo coronavírus nos próximos meses.

Na sexta-feira (4), os resultados dos testes clínicos de fase um e dois da Sputnik V foram publicados em uma das principais revistas científicas do mundo, a The Lancet, apontando a segurança da vacina. No mesmo dia, representantes do Instituto Gamaleya e do RDIF afirmaram durante coletiva que os primeiros resultados da terceira fase de testes, com 40 mil voluntários, serão publicados entre outubro e novembro.

No dia 11 de agosto, a vacina Sputnik V recebeu a Certidão de Registro no Ministério da Saúde da Rússia, tornado-se assim a primeira vacina contra o novo coronavírus (Covid-19) a ser registrada no mundo.

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Revista Cell

Cientistas descobrem novos coronavírus aparentados com o vírus da Covid-19

Publicado

Por

Redação
Foto/Imagem: Tiago Queiroz/Estadão

Uma equipe internacional de cientistas descobriu em morcegos na China quatro novos coronavírus geneticamente aparentados com o SARS-CoV-2, informa um estudo publicado na revista Cell.

Os pesquisadores analisaram mais de 400 amostras de morcegos coletadas entre maio de 2019 e novembro de 2020 na província chinesa de Yunnan, que tem fronteira com Mianmar, Laos e Vietnã.

Foram estabelecidos 24 genomas completos de coronavírus, incluindo quatro novos genomas relacionados com o SARS-CoV-2 e três com uma relação de parentesco com o vírus causador da Covid-19.

Dos quatro coronavírus aparentados com o SARS-CoV-2, um deles, denominado de RpYN06, proveniente da espécie de morcego Rhinolophus pusillus, era o mais próximo do causador da Covid-19, embora possua um gene de espigão mais divergente. Os outros três têm um gene de espigão diferente, com fraca capacidade de se unir ao receptor hACE2, que permite a entrada do vírus na célula.

As espécies de morcegos que foram analisadas nesta pesquisa científica são comuns no Sul da China, Vietnã, Laos e outros países do Sudeste Asiático.

Recentemente um estudo conjunto da OMS e China estabeleceu que a transmissão da Covid-19 de morcegos para humanos através de outro animal é o cenário mais provável e que a hipótese de vazamento de laboratório é “extremamente improvável”.

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JAMA

Vacina da Pfizer reduz em 51% chance de infecção por Covid após 1ª dose

Publicado

Por

Redação
Foto/Imagem: Jakub Porzycki

Um estudo feito pela Escola de Saúde Pública da Universidade de Tel Aviv, em Israel, com mais de 500 mil pessoas, concluiu que a vacina da Pfizer reduz entre 51% e 54% os casos de Covid-19 sintomáticos e assintomáticos, após a aplicação da primeira dose.

A pesquisa foi dividia em duas partes, dos primeiros 12 dias após a aplicação do imunizante e depois do 13º ao 24º dia. A segunda dose não foi levada em conta para o levantamento.

Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), o nível mínimo aceitável de eficácia para uso emergencial de uma vacina contra a Covid-19 é de 50%. A vacina da Pfizer seria considerada suficiente para proteger a população a partir da primeira aplicação. Estudos realizados anteriormente comprovaram que esse imunizante tem eficácia de 91% após as duas doses.

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