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Próximo ao ParkShopping

Complexo hospitalar deve gerar mais de 40 mil empregos no DF

Redação

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Foto/Imagem: Reprodução/Google Imagens
Hédio Ferreira Júnior

Uma empresa da norte-americana HealthCare & Technology, responsável pela construção e gestão de um centro de excelência na área de saúde, se prepara para investir no Distrito Federal. Com investimentos que chegam a R$ 3,5 bilhões, o Centro Internacional de Medicina Especializada será construído em uma área de 162 mil metros quadrados próximo ao ParkShopping, na região do Guará.

O terreno pertence ao Governo do Distrito Federal (GDF) e será vendido ao grupo pela Terracap. O plano de construção, apresentado na tarde desta quinta-feira (5) ao governador Ibaneis Rocha, no Palácio do Buriti, vai ao encontro da proposta do Executivo de fomentar a economia local e trazer investimentos – principalmente estrangeiros – para Brasília.

A expectativa é de que o complexo hospitalar gere até 40 mil empregos (entre 10 mil diretos e 30 mil indiretos), além da possibilidade de parceria do SUS em um centro de excelência da magnitude do Centro Internacional de Medicina Especializada.

Dele fazem parte hospitais e clinicas especializadas, laboratórios, clube médico, centros de ensino e pesquisas médicas, universidade de medicina, centro de convenções, auditório, hotéis, e um centro com áreas coorporativas e comerciais. “Um investimento dessa magnitude será capaz de transformar Brasília em um grande centro de atendimento especializado”, comentou o governador.

Oncologia

O primeiro empreendimento do complexo será a construção do hospital MD Anderson, considerado uma referência mundial na área de oncologia e hematologia. Com previsão de início da operação em dois anos e meio, deve gerar 8 mil empregos, com um investimento de R$ 484 milhões.

A previsão do complexo é atender as demandas no tratamento especializado das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste além de, como centro internacional de referência, receber, inclusive, pacientes de outros países. Tudo isso deverá incrementar o turismo de saúde da capital, movimentando a economia local.

Rede pública do DF

Enfermeiros poderão prescrever medicamentos e solicitar exames

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Foto/Imagem: Breno Esaki/Saúde-DF

Enfermeiros da rede pública de saúde do Distrito Federal poderão prescrever medicamentos e solicitar exames, em todos os níveis de assistência, desde que previstos nos protocolos, guias, notas técnicas ou manuais adotados pela pasta, segundo portaria publicada no Diário Oficial do Distrito Federal desta terça-feira (28). Até então, isso só era feito na atenção primária em saúde.

“Com a portaria, os enfermeiros poderão cumprir o que já está previsto na lei de exercício da profissão, agora, estendendo para os níveis secundário e terciário”, explica o diretor de Enfermagem da Secretaria de Saúde, Saulo Jacinto da Silva Júnior.

De acordo com a Portaria nº 33, “a prescrição de medicamentos e a solicitação de exames deverão ser, rigorosamente, seguidos e não compete ao enfermeiro alterar etapas na conduta terapêutica previstas nos protocolos, guias, notas técnicas ou manuais adotados pela Secretaria de Saúde”.

Diversas áreas de atendimento já contam com protocolos, como o de assistência obstétrica, o de pacientes portadores de hanseníase do DF e o de acesso à demanda espontânea na atenção primária. “A intenção é agilizar o atendimento, pois com protocolos, guias, notas técnicas e manuais prontos, o enfermeiro poderá fazer as prescrições”, explica Saulo.

Protocolos

Na falta de protocolos vigentes, ainda não elaborados pela área técnica responsável na Secretaria de Saúde, serão adotados os protocolos do Ministério da Saúde.

Também de acordo com a portaria publicada nesta terça-feira (28), a prescrição de medicamentos e a solicitação de exames, em todos os níveis de assistência, deverão ser realizadas em formulário padronizado da Secretaria de Saúde, de acordo com sua especificação, identificado com matrícula do prescritor, número da inscrição no Conselho Regional de Enfermagem, nome completo do profissional e respectiva assinatura. O direito conferido ao enfermeiro não impede que o médico possa também fazer as prescrições subsequentes.

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Sul do país

Brasil: Saúde confirma dois novos casos suspeitos de coronavírus

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Foto/Imagem: Pixabay

Ministério da Saúde anunciou no fim da tarde desta terça-feira (28) dois novos casos suspeitos do coronavírus 2019-nCoV, um em Porto Alegre (RS) e outro em Curitiba (PR). Mais cedo, o governo havia noticiado a investigação de um caso em Belo Horizonte (MG).

O ministério informou, ainda, que os dois pacientes do Sul do país se enquadram na definição de quadro suspeito estabelecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS), com febre, pelo menos um sintoma respiratório e possível contato com a doença nos últimos 14 dias.

A paciente cujo caso está sob investigação médica em Minas Gerais é uma estudante de 22 anos que viajou para Wuhan, na China. Ela chegou em território brasileiro no dia 24 de janeiro. Segundo o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, a jovem está em um hospital de alta organização na área de infectologia. Todas as 14 pessoas que tiveram contato com ela também estão sendo monitoradas.

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Alerta de Perigo Iminente

Ministro confirma primeiro caso suspeito de coronavírus no Brasil

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Foto/Imagem: Antonio Cruz/Agência Brasil

O Ministério da Saúde confirmou nesta terça-feira (28) o primeiro caso suspeito de coronavírus no país e elevou o nível de Atenção para Alerta de Perigo Iminente para a presença do vírus no país. De acordo com o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, uma estudante de 22 anos que esteve na China está internada, em Belo Horizonte, em observação.

“O que muda é o grau de vigilância nessa fase. Aumenta a nossa vigilância de portos e aeroportos, triagem de pacientes, o uso de determinado equipamentos de proteção, mas o nosso foco principal nessa fase é a vigilância”, disse Mandetta, em entrevista coletiva para falar sobre as medidas tomadas pelo governo para evitar a entrada do vírus no país.

“Nessa fase a gente tem um olhar com muito mais atenção para dentro do país, para identificar se o vírus está circulando em território nacional, e outro [olhar] muito presente em informações técnicas e científicas a respeito do comportamento do vírus”, disse Mandetta..

Suspeita de coronavírus

A estudante brasileira viajou para a cidade de Wuhan no período de 29 de agosto de 2019 a 24 de janeiro deste ano. Ela está em observação e, de acordo com o ministro, o estado dela é estável. Caso a infecção por coronavírus seja confirmada, o nível de alerta no país sobe para de Emergência de Saúde Pública Nacional, quando há a possibilidade de o vírus já estar em circulação no país.

“Ela está em isolamento e os 14 contatos mais próximos estão sendo acompanhados. O nome, por motivos óbvios não deve ser divulgado, por respeito a pessoa, seus familiares e sua privacidade,” disse o ministro.

Investigação

De acordo com dados apresentados na coletiva do comitê de operações de emergência do Ministério da Saúde, no período de 3 a 27 de janeiro foram analisados 7.063 rumores de pessoas com coronavírus, dos quais 127 rumores exigiram a verificação mais detalhada. Dessa verificação, 10 casos se enquadraram inicialmente na definição de caso suspeito. Desses, nove foram descartados e o único caso tratado como suspeito é o da paciente internada em Belo Horizonte.

O ministro informou ainda que, após a Organização Mundial de Saúde (OMS) ter aumentado o nível de alerta em relação ao cenário global do novo coronavírus para Alto, o governo vai passar a tratar como casos suspeitos os das pessoas que estiveram em toda a China, não apenas na província de Wuhan, nos últimos 14 dias e que apresentarem sintomas respiratórios suspeitos.

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