Datafolha: Celina alcança 53% dos votos válidos e caminha para reeleição no 1º turno

Ao Vivo de Brasília
Governadora em exercício Celina Leão
Renato Alves/Agência Brasília

Faltando 3 dias para o primeiro turno das Eleições 2026, a atual governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), consolida seu favoritismo. De acordo com a mais recente pesquisa do instituto Datafolha, divulgada nesta quinta-feira (1º), a candidata à reeleição atingiu 53% das intenções de votos válidos. Com esse desempenho, Celina asseguraria a vitória já no primeiro turno, dispensando uma nova rodada de votação.

A contagem de votos válidos é o critério oficial adotado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para definir o resultado das eleições. Esse método exclui os votos brancos, nulos e os eleitores que se declararam indecisos na pesquisa.

O cenário eleitoral no Distrito Federal

O levantamento do Datafolha, um dos termômetros mais importantes da corrida eleitoral, traz Leandro Grass (PT) na segunda posição, acumulando 26% dos votos válidos. A terceira colocação é ocupada por Paula Belmonte (PSDB), que registra 10% da preferência do eleitorado candango.

Na sequência, a pesquisa mostra:

  • Cappelli (PSB): 3%
  • Kiko Caputo (Novo): 3%
  • Professora Samara Mineiro (UP): 1%
  • Professor Robson Raymundo (PSTU): 1%

Os demais candidatos na disputa pelo governo do DF não conseguiram pontuar no levantamento.

Metodologia da pesquisa Datafolha

Contratada pela TV Globo e pela Folha de S.Paulo, a pesquisa ouviu presencialmente 910 eleitores de todas as regiões administrativas do Distrito Federal. As entrevistas foram realizadas entre os dias 28 de setembro e 1º de outubro de 2026.

A margem de erro estimada para o levantamento é de 4 pontos percentuais, para mais ou para menos. Os dados oficiais da pesquisa podem ser consultados no sistema da Justiça Eleitoral sob os números de registro DF-00905/2026 e BR-06769/2026.

A confirmação desta tendência nas urnas significaria uma continuidade da atual gestão, enquanto a oposição tenta mobilizar os eleitores indecisos e promover o “voto útil” na reta final da campanha para forçar um segundo turno no Distrito Federal.

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