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Texto vai para plenário

CCJ aprova extinção da verba indenizatória na CLDF

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CLDF - Câmara Legislativa do DF
Foto/Imagem: Silvio Abdon/CLDF
Franci Moraes

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou, em reunião nesta terça-feira (27), o parecer ao projeto de resolução (PR nº 59/2018) da Mesa Diretora que extingue a verba indenizatória parlamentar. Os deputados Celina Leão (PPS), Prof. Israel Batista (PV), Reginaldo Veras e Julio Cesar (PRB), que compareceram à reunião, votaram favoravelmente ao texto. O relator da matéria na CCJ, deputado Prof. Reginaldo Veras (PDT), considerou que “inexistem quaisquer dúvidas de que a extinção da verba indenizatória atende à constitucionalidade, legalidade e juridicidade”.

Além desses aspectos, Veras proferiu também parecer de mérito, uma vez que o projeto trata de direitos, deveres e prerrogativas do mandato. Nesse sentido, ele alegou que a proposta é conveniente e oportuna diante da notória crise econômica do País. “É preciso que todos os poderes tenham consciência e façam corte na própria carne para diminuir os gastos”, argumentou.

A deputada Celina Leão alegou que não faz uso dos recursos oriundos da verba indenizatória. Contudo, ela considera que a proposição da Mesa Diretora fere um direito de outros colegas parlamentares, que usam legalmente esses recursos. Segundo Celina, a proposta representa mais “um gesto midiático” do que propriamente uma economia para os cofres públicos. O deputado Julio Cesar concordou com o argumento de Celina Leão de que a matéria invade direito dos parlamentares. E acrescentou: “a verba indenizatória, quando usada de forma correta, auxilia o mandato parlamentar”.

O deputado Reginaldo Veras rebateu as alegações e defendeu que a proposta é “prudencial e louvável no atual contexto sócio econômico” e, ao aprová-la, a Casa “atende à vontade da sociedade e não às vontades individuais”. Para o Prof. Israel Batista, é necessário que o Poder Legislativo “dê exemplo”, principalmente diante do quadro de mau uso dos recursos públicos por parte de alguns representantes.

Plenário – O presidente da CCJ, deputado Prof. Reginaldo Veras (PDT), destacou que a tramitação do projeto, apresentado no dia primeiro de fevereiro, cumpriu rigorosamente os prazos regimentais até o momento. O texto segue agora para apreciação do plenário.

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#VacinaDF

GDF inclui vigilantes como prioridade na vacinação contra a Covid-19

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Redação
Foto/Imagem: Reprodução

O Governo do Distrito Federal (GDF) incluiu a categoria de vigilantes como prioridade na vacinação contra a Covid-19. A decisão ocorreu após reunião do governador Ibaneis Rocha com o secretário de Saúde, Osnei Okumoto, e os deputados distritais Rafael Prudente e Robério Negreiros, nesta quarta-feira (16).

Na reunião, foi definido que a cada entrega semanal de vacinas, três mil doses serão destinadas a todos os vigilantes, independentemente de trabalharem em escolas e bancos. Vale lembrar que os vigilantes que atuam em estabelecimentos de saúde já foram vacinados.

Os profissionais que trabalham em bancos e escolas serão imunizados no mesmo calendário elaborado para professores e bancários. A vacinação também vai chegar para os terceirizados que atuam em escolas e bancos. “Decidimos incluir a categoria de vigilantes porque sabemos o quanto eles estão expostos e o quanto são importantes pelo serviço que prestam, seja em escolas, bancos e outros lugares. Boa parte será vacinada junto dos professores e bancários e assim vamos imunizando todos”, disse Ibaneis Rocha.

“Os vigilantes da Saúde foram vacinados, mas sensibilizamos o governador Ibaneis Rocha a incluir não só os vigilantes, mas também os terceirizados para que eles sejam imunizados junto dos professores e bancários. A partir da semana que vem, três mil vacinas de primeira dose serão destinadas exclusivamente à categoria dos vigilantes restantes”, destacou Robério Negreiros.

Para o deputado Rafael Prudente, a iniciativa traz o “reconhecimento justo a esses profissionais que desempenham importante função no atendimento à população”. “Eles precisam ser protegidos contra o coronavírus”, afirmou.

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Pablo Prado

Marco Legal das Startups facilita a criação de novos empreendimentos no Brasil

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Redação
Foto/Imagem: Divulgação

O Presidente Jair Bolsonaro sancionou, em 1º de junho de 2021, a Lei Complementar nº. 182/2021, o chamado Marco Legal das Startups e do Empreendedorismo Inovador, criando um regime próprio para as empresas que se destinam ao desenvolvimento de produtos e serviços inovadores e com apelo tecnológico.

A Lei define como startup as empresas nascentes ou em operação recente, cuja atuação caracteriza-se pela inovação aplicada a modelo de negócios ou a produtos ou serviços ofertados.

São exemplos de startups, no Brasil, já consolidadas, C6 Bank, Nubank, iFood, Quinto Andar e PagSeguro.

Estas empresas já alcançaram a condição de ‘unicórnio’, que é quando uma empresa possui valor de mercado de pelo menos US$ 1 bilhão, e por isso, não se valerão das regras do Marco Legal das Startups.

Isto porque a Lei estabeleceu que poderão ser consideradas startups as empresas com faturamento anual de até R$ 16 milhões e que possuam até 10 anos de existência.

Além disso, a lei exige que a empresa traga expresso em seus atos constitutivos que fazem uso do modelo de negócio inovador em sua atividade, podendo adotar qualquer forma empresarial.

Especialistas do mercado celebraram a edição do marco legal, dado o importante acréscimo de segurança jurídica trazida aos investidores, ao prever que estes não são responsáveis pelas dívidas da empresa.

Pela Lei, o investidor que realiza aportes de capital (venture capital) sem ingressar no capital social não poderá ser considerado sócio, e nem poderá exercer poder de voto ou ingerências na empresa investida.

Este aspecto é absolutamente importante, pois o modelo de negócio das startups conta em absoluto com capital de risco de investidores que não querem – e agora não podem – ser responsabilizados por eventuais fracassos e dívidas da empresa. Este ponto torna o ambiente negocial mais atrativo, dada a diminuição de riscos, trazendo melhores perspectivas de investimentos para o setor.

Outro ponto importante da lei está relacionado a criação de um regime especial de licitações, destinado à aquisição de soluções tecnológicas produzidas por este tipo de empresas.

A Lei cria a chamada “modalidade especial” e prevê que Administração Pública poderá abrir licitações voltadas para a aquisição de uma solução a uma demanda, que possa ser resolvida pelo emprego da tecnologia, deixando às empresas do setor a formatação da solução.

Trata-se de uma mudança importante no cenário negocial e jurídico, diante das diversas implicações que a legislação trará, sobretudo no ambiente de licitações, uma vez que a Administração Pública definitivamente não está habituada aos conceitos, dinamismo e risco do setor, o que demandará um grande período de maturação e curva de aprendizagem.

*Pablo Prado, advogado especialista em Direito Administrativo do Dias, Lopes & Barreto Advogados.
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