Edifícios inteligentes
Automação predial se torna grande aliada da arquitetura sustentável
Ter conforto e praticidade à vida cotidiana, facilitar a rotina dos moradores ou trabalhadores e auxiliar na segurança são as principais características que vêm em mente quando o assunto é automação. O que poucos sabem é que a contribuição da tecnologia vai além de gerar qualidade de vida: o uso da ferramenta permite o gerenciamento inteligente de recursos naturais como, por exemplo, energia e água.
Todo esse conjunto faz com que as casas e prédios comerciais inteligentes sejam exemplos de construção sustentável. Mas você já parou para pensar sobre a importância da sustentabilidade para o mundo? Esse conceito, de uma forma simplificada, pode ser definido como ações/atividades humanas que visam suprir as necessidades do presente sem comprometer as gerações futuras. E a automação predial funciona dessa forma. De acordo com o diretor da Seype Engenharia, Júlio Seype, a presença de dispositivos inteligentes, nas mais diversas áreas e edificações permitem um gerenciamento mais efetivo, que visa eficiência e conforto e, por consequência, a redução de custos.
“Costumo brincar que automação predial é inteligência distribuída, economia de energia, eficiência operacional, redução de custos. Ela nos permite a execução de rotinas e tarefas de forma automatizada, por meio da utilização de dispositivos elétricos, eletrônicos, pneumáticos, simplificando a vida diária das pessoas e proporcionando conforto, segurança e economia”, explica o engenheiro.
São diversos os benefícios da automação predial dentro do conceito de arquitetura sustentável. Confira alguns deles:
1. Contribuir para a eficiência energética ao controlar o uso adequado da iluminação e climatização. Os sensores de ocupação, por exemplo, podem regular, não só os níveis adequados de iluminação, como também de temperatura, o que garante o conforto e melhora significativamente o uso do ar condicionado, um dos vilões do consumo de energia. Além disso, eles também auxiliam no desligamento das luzes no período de alta luminosidade ou quando não houver pessoas no ambiente.
2. Integrar o aquecimento solar e a geração de energia fotovoltaica, além de fazer a medição, não só do consumo, como também da geração de energia, que pode ser integrada à rede pública.
3. Pode ser aplicada na captação da água da chuva, com sensores de controle na cisterna, acionamento correto de bombas e irrigação automatizada, o que evita o desperdício.
4. Permite monitorar e controlar os sistemas existentes a partir de diversos dispositivos, como computador, tablets, smartphones e web browser, de forma local ou remota, o que garante maior segurança e conforto na operação.
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