Esplanada
Artista voa em balão em forma de baleia e tartaruga
Um balão de ar quente em forma “de tartaruga e baleia” subiu no céu de Brasília na tarde desta quinta-feira (21), no Distrito Federal, para chamar a atenção sobre a exposição “ComCiência, em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil. A mostra reúne trabalhos da artista australiana Patricia Picinnini, que embarcou na escultura inflável intitulada “Skywhale” (Baleia do céu”, em tradução livre). A peça mede 36 metros de diâmetro.
A exposição estreou nesta quinta e pode ser vista gratuitamente até 4 de abril. No próximo sábado (23), a “Skywhale” vai realizar voos no gramado do CCBB. No mesmo dia, Patricia recebe o público para falar de suas obras, às 19h30, no Teatro 1 do centro cultural. Outros destaques da programação são esculturas hiper-realistas, instalações e desenhos, fotos e vídeos.
Patricia e parte da produção da mostra subiram no balão, que ficou no ar por cerca de duas horas, a uma altura de 15 metros. Motoristas que passavam pelas vias do Eixo Monumental reduziam a velocidade para observar a estranha criatura que sobrevoava o gramado central, na altura da Catedral Metropolitana.
Inicialmente, o voo estava previsto para quarta-feira (20), mas o mau tempo impediu. A ideia original era que o balão sobrevoasse parte da cidade de Brasília. Os organizadores preferiram o “voo estático” – com a peça presa com cordas e a uma altura baixa – também em virtude do tempo.
Segundo a artista, o público costuma estranhar as criaturas a princípio, mas depois sente empatia com as obras. “As pessoas olham, se aproximam, rejeitam, mas depois sentem o que é ser uma das obras.”
A exposição estreou nesta quinta e pode ser vista gratuitamente até 4 de abril. No próximo sábado (23), a “Skywhale” vai realizar voos no gramado do CCBB. No mesmo dia, Patricia recebe o público para falar de suas obras, às 19h30, no Teatro 1 do centro cultural. Outros destaques da programação são esculturas hiper-realistas, instalações e desenhos, fotos e vídeos.
Patricia e parte da produção da mostra subiram no balão, que ficou no ar por cerca de duas horas, a uma altura de 15 metros. Motoristas que passavam pelas vias do Eixo Monumental reduziam a velocidade para observar a estranha criatura que sobrevoava o gramado central, na altura da Catedral Metropolitana.
Inicialmente, o voo estava previsto para quarta-feira (20), mas o mau tempo impediu. A ideia original era que o balão sobrevoasse parte da cidade de Brasília. Os organizadores preferiram o “voo estático” – com a peça presa com cordas e a uma altura baixa – também em virtude do tempo.
Segundo a artista, o público costuma estranhar as criaturas a princípio, mas depois sente empatia com as obras. “As pessoas olham, se aproximam, rejeitam, mas depois sentem o que é ser uma das obras.”
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