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ANS suspende temporariamente a venda de 14 planos de saúde

Redação

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Foto/Imagem: Arquivo/AVB


A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) suspendeu temporariamente a venda de 14 planos de saúde de cinco operadoras, em todo o país, devido a reclamações feitas pelos usuários no quarto trimestre de 2019. Esses planos atendem a 62.704 beneficiários que não serão afetados.

A proibição da venda começa a valer no próximo dia 13. Esses planos só poderão voltar a ser comercializados para novos clientes se as operadoras apresentarem melhora durante o período de monitoramento realizado pela ANS.

A medida, divulgada nesta segunda-feira (9), faz parte do Monitoramento da Garantia de Atendimento da agência, que acompanha o desempenho do setor.

Além das suspensões, a ANS também divulgou a lista de planos que poderão voltar a ser comercializados. Nesse ciclo, 28 planos de 11 operadoras tiveram a venda liberada por meio do monitoramento.

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Carla Septimio Margalho

Cardiologista do ICTCor alerta para os sinais de cardiopatias na gravidez

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Foto/Imagem: Daniel Reche

Cada vez mais frequentes na atualidade, as doenças cardiovasculares têm prevalência elevada na população e são responsáveis por milhares de mortes todos os anos no país. Apesar de atingir em um percentual maior os homens, as mulheres também precisam de atenção ao quadro, principalmente durante a gestação.

Isso porque as cardiopatias na gravidez aumentam os riscos obstétricos e fetais e são uma das principais causas de morbimortalidade de gestantes. Entre elas, a mais comum é a doença hipertensiva, e as mais letais são o infarto agudo do miocárdio, cardiomiopatia e dissecção aórtica.

Segundo a cardiologista eletrofisiologista do Instituto do Coração de Taguatinga (ICTCor), Carla Septimio Margalho, o tratamento para as gestantes cardiopatas traz certa peculiaridade devido às alterações hemodinâmicas causadas pela gravidez e restrição ao uso de fármacos de ação cardiovascular.

“A gravidez é responsável por sobrecarregar o sistema cardiovascular da mulher gestante. Esse esforço aumenta o volume sanguíneo da mãe, assim como a frequência cardíaca. O débito cardíaco da mulher pode sofrer um aumento de 30% a 50% em seu volume. Justamente por este motivo, é preciso atenção e acompanhamento para as cardiopatias na gestação, pois elas podem apresentar recomendações específicas no diagnóstico e tratamento de cada paciente”, explica.

Durante a gestação, sintomas semelhantes à insuficiência cardíaca podem ser naturais ou mesmo resultado de cardiopatias. A insuficiência cardíaca causa trabalho de parto prematuro ou arritmia e, assim como outras doenças cardíacas, apresenta sintomas como: falta de ar por esforço ou ao dormir, palpitações, cansaço excessivo, dores no peito após esforço, pele arroxeada e ruídos respiratórios.

Diagnóstico e Tratamento

Na gestação, as modificações funcionais e anatômicas do aparelho circulatório da mulher geram alterações clínicas que podem simular sintomas de cardiopatias. A cardiologista eletrofisiologista reforça que o acompanhamento médico, com a realização de exames e o monitoramento dessas modificações, são cuidados que poderão levar ao diagnóstico final.

“Após constatada a presença de cardiopatias, é essencial estabelecer o diagnóstico etiológico (que afirma a causa), anatômico (que informa quais lesões anatômicas existentes) e funcional (aquele que estabelece a capacidade funcional do coração)”, detalha Carla Septimio Margalho.

A médica ressalta que vários podem ser os tratamentos adotados como, por exemplo, o uso de medicação, adoção de repouso, combate ao ganho de peso excessivo, regular o estresse, entre outros. Para a especialista, o que vai dizer qual a melhor opção a ser aplicada é a conclusão das avaliações profissionais, bem como o resultado dos exames realizados.

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Dia de combate à pressão alta

Hipertensão arterial atinge quase 30% da população do Distrito Federal

Redação

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Redação
Foto/Imagem: Freepik

No dia 26 de abril é celebrado o Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial. A hipertensão arterial, também conhecida como pressão alta, ocorre quando a pressão do sangue, causada pela força de contração do coração e das paredes das artérias para impulsionar o sangue para todo o corpo, acontece de forma intensa e se torna capaz de provocar danos em sua estrutura. A doença é um importante fator de risco para o desenvolvimento de outros problemas cardiovasculares, como o derrame cerebral, também conhecido como AVC e o infarto agudo do miocárdio.

Dados da última Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), realizada em 2019 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revelaram que 23,9% dos entrevistados, acima de 18 anos, afirmaram ter o diagnóstico de hipertensão arterial. Isso corresponde a 38,1 milhões de pessoas no país. No DF, a Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), do Ministério da Saúde, feita também em 2019, revelou que 28,5% da população acima dos 18 anos sofre com o problema e que a maior incidência é no público masculino.

A pressão arterial é aferida através de aparelhos como o tensiômetro ou esfigmomanômetro. O critério atual de diagnóstico da hipertensão é: pressão arterial sistólica maior ou igual a 140 mmHg e pressão arterial diastólica maior ou igual a 90 mmHg. O cardiologista do Instituto do Coração de Taguatinga Thiago Siqueira explica que o indivíduo pode ter uma variação relativamente grande sem sair dos níveis de normalidade.

“É a velha e boa máxima de que cada caso é um caso. Para algumas pessoas, ter uma pressão abaixo de 12/8, como, por exemplo, 10/6, é normal. Outras, porém, a marcação pode ser indicativa para alerta de pressão baixa. Já valores iguais ou superiores a 14 (máxima) e/ou 9 (mínima) são considerados como hipertensão para todo mundo”, detalha.

Sintomas e principais causas

As principais causas que podem levar a um quadro hipertensivo são a obesidade ou sobrepeso, que podem acelerar em até 10 anos o aparecimento da doença e histórico familiar. Além disso, estresse e envelhecimento também estão associados ao desenvolvimento da hipertensão, bem como o consumo exagerado de sal, associado a hábitos alimentares não adequados.

Entre os principais sintomas para identificar o problema, o especialista Thiago Siqueira destaca a tontura, falta de ar e palpitações. O médico ainda relata que dor de cabeça frequente e alteração na visão podem ser sinais de alerta para alteração na função de bombeamento do sangue, mas ressalta que esses sinais geralmente aparecem numa fase mais avançada da doença ou em momento de urgência hipertensiva.

“Costumamos dizer que a hipertensão é silenciosa. Por vezes, o paciente só descobre o quadro quando tem uma crise grave (elevação súbita da pressão arterial) e precisa procurar um atendimento médico. O mais importante é saber e praticar hábitos que previnem o diagnóstico, fazer a medição regular da pressão arterial e, claro, realizar as consultas de forma preventiva”, ressalta.

Após descoberta, a hipertensão, na grande maioria dos casos, não tem cura, mas pode ser controlada. O tratamento não necessariamente se restringe ao uso de medicamentos, sendo imprescindível a adoção de um estilo de vida mais saudável, como mudança de hábitos alimentares, redução do consumo de sal, atividade física regular, evitar o fumo e fazer o consumo de álcool com moderação.

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