Médicos da rede pública voltam ao trabalho após greve que durou mais de um mês
A máxima de que ordem judicial se cumpre, não se questiona, prevaleceu na noite desta quinta-feira, 12, e os médicos da rede pública decidiram suspender a greve, após decisão da Justiça de que o movimento era ilegal. A categoria ficou parada por mais de um mês.
Em nota, o Sindicato dos Médicos diz que a categoria não aceitou a proposta apresentada pelo governo, mas decidiu voltar ao trabalho em respeito à decisão da Justiça e em respeito “à população, maior vítima do apagão administrativo desse governo”. A entidade chama o adiamento dos reajustes para 2016 de “pedalada” e “claro calote”.
Os médicos também reivindicam pagamentos de benefícios em atraso, como licença-prêmio, horas extras, 13º e férias e criticam as condições de trabalho e a terceirização da saúde. A greve foi declarada depois de o governador Rodrigo Rollemberg anunciar a suspensão, por um ano, do pagamento dos reajustes salariais a 32 categorias do funcionalismo público que haviam sido acordados na gestão anterior.
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