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Foto: Dênio Simões/Agência Brasília

Inscrição até 20 de novembro

Cultura seleciona entidade parceira para gestão do Memorial dos Povos Indígenas

Cibele Moreira

Desde que foi criado, há 30 anos, o Memorial dos Povos Indígenas desenvolve várias atividades em parceria com a sociedade civil. Com base nessas experiências bem-sucedidas, a Secretaria de Cultura seleciona organizações interessadas na gestão do espaço pelos próximos dois anos. As inscrições podem ser feitas até 20 de novembro.

edital publicado no site da secretaria convida as entidades a apresentar propostas que levem em conta diretrizes elaboradas pela pasta. O objetivo da parceria é fortalecer o reconhecimento e a valorização do patrimônio cultural e do protagonismo dos povos indígenas.

As propostas devem envolver:

  • Instalação de exposições de curta, média e longa duração
  • Encontros para diálogo e articulação dos povos indígenas
  • Desenvolvimento de ações de museologia cooperativa
  • Ampliação do programa educativo
  • Dinamização da cultura digital, melhoria da conservação do acervo e adequação do espaço físico

Esse é o primeiro chamamento público da Secretaria de Cultura a integrar o Marco Regulatório de Organizações da Sociedade Civil, conhecido como Marco Regulatório do Terceiro Setor.

“O Memorial dos Povos Indígenas está comemorando 30 anos e sempre contou com a atuação de organizações de sociedade civil. O chamamento público visa dar mais transparência a esse processo”, reforça o subsecretário de Patrimônio Cultural da pasta, Gustavo Pacheco.

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A proposta escolhida receberá recursos orçamentários e poderá acessar mecanismos de incentivo fiscal para promover atividades. O valor previsto é de R$ 2,9 milhões.

Memorial dos Povos Indígenas

Construído em 1987, o Memorial dos Povos Indígenas é um museu dedicado à promoção, ao reconhecimento e à valorização do patrimônio cultural dos povos indígenas brasileiros.

Localizado no Eixo Monumental, em frente ao Memorial JK, foi projetado por Oscar Niemeyer em forma de espiral, inspirado nas malocas redondas dos índios Yanomami.

O prédio tombado em âmbito distrital e federal sedia atividades como exposições, apresentações musicais, exibição de filmes e conferências.

Além disso, o memorial abriga mais de 600 objetos indígenas. A maior parte desse acervo foi doada ao governo de Brasília pelos antropólogos Berta G. Ribeiro e Darcy Ribeiro.

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O espaço recebe cerca de 45 mil visitantes por ano, com um porcentual expressivo de grupos escolares. O horário regular de visitação é de terça a sexta, das 9 às 17 horas, e aos sábados, domingos e feriados, das 10 às 17 horas.

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