O Governo do Distrito Federal (GDF) oficializou uma nova etapa na modernização da segurança pública da capital. Nesta sexta-feira (3), a governadora Celina Leão assinou a ordem de serviço que garante a instalação de sistemas de videomonitoramento em todas as 38 feiras permanentes do Distrito Federal.
A iniciativa faz parte do DF 360, um programa estratégico coordenado pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF). O projeto foca no uso de inteligência proativa e tecnologia de ponta para proteger feirantes, comerciantes e clientes.
Como vai funcionar a expansão do DF 360 nas feiras?
O plano de ação começa com um diagnóstico técnico para mapear quais espaços já possuem estrutura de segurança e definir o total de novos dispositivos necessários. O grande diferencial do projeto é o modelo híbrido, que permite conectar câmeras públicas e privadas em uma única rede.
A estratégia da SSP-DF envolve os seguintes passos:
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Mapeamento: levantamento minucioso da cobertura atual em cada feira.
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Sensibilização: reuniões com associações de feirantes para apresentar o sistema.
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Integração: inclusão de câmeras particulares das lojas ao ecossistema público.
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Cobertura ampliada: foco total nas áreas comuns de grande circulação de pessoas.
Lançado em fevereiro de 2026, o ecossistema DF 360 já conta com quase 7 mil equipamentos integrados, consolidando-se como uma plataforma centralizada de atendimento a emergências e emissão de alertas automáticos.
Tecnologia e inteligência de dados a serviço do cidadão
Para a governadora Celina Leão, o investimento reflete o papel do Distrito Federal como referência de vanguarda no país.
“Nós vivemos uma revolução tecnológica, a inteligência artificial e, muito mais do que entretenimento, a tecnologia tem que servir para atender o cidadão”, defendeu a chefe do Executivo local.
O secretário-executivo de Gestão Integrada da SSP-DF, Marcos Leôncio Sousa Ribeiro, reforçou que o sucesso do monitoramento em tempo real depende da colaboração social. De acordo com o gestor, a segurança é uma responsabilidade compartilhada, e a parceria com os feirantes será o motor para prevenir a criminalidade dentro desses centros de comércio tradicional.