29 de outubro
Dia Mundial do AVC: doença é a segunda principal causa de morte no Brasil
O Acidente Vascular Cerebral (AVC) continua sendo um dos maiores desafios de saúde pública no Brasil. De acordo com dados do Portal da Transparência dos Cartórios de Registro Civil, a doença causou 75.699 mortes em 2019, número que subiu para 87.856 em 2022, caiu para 85.112 em 2023 e voltou a crescer em 2024, com 85.442 óbitos. Esses índices colocam o AVC como a segunda principal causa de morte no país, atrás apenas das doenças cardiovasculares.
No primeiro semestre de 2025, foram registradas 42.884 mortes por AVC, sendo 6.737 em janeiro, 6.232 em fevereiro, 6.818 em março, 6.938 em abril, 7.991 em maio e 8.168 em junho.
O mês de outubro é marcado pelo Dia Mundial de Prevenção do AVC, celebrado nesta quarta-feira (29). A data tem como objetivo ampliar a conscientização da população sobre os fatores de risco, sinais de alerta e medidas de prevenção.
O neurologista do Hospital Japonês Santa Cruz, Dr. Flávio Sallem, destaca que a informação e a rapidez no atendimento são determinantes para reduzir sequelas. “O AVC pode acontecer de forma súbita e exige intervenção imediata. Quanto mais rápido o paciente chega ao hospital, maiores são as chances de recuperação sem sequelas graves. Reconhecer os sinais e agir rápido faz toda a diferença”, alerta o especialista.
Sinais de alerta
Para identificar os sinais, existe um método simples que pode salvar vidas, o acrônimo SAMU. O “S” lembra o sorriso, que pode ficar torto; o “A” representa o braço, que pode perder força repentinamente; o “M” é a mensagem, já que a fala pode ficar enrolada ou confusa; e o “U” reforça a urgência, indicando a necessidade de acionar imediatamente o serviço de emergência pelo número 192.
Segundo o especialista, até 90% dos casos poderiam ser evitados com hábitos de vida saudáveis, como controlar a pressão arterial, praticar atividades físicas, manter uma alimentação equilibrada e não fumar. “Informação salva vidas e a prevenção é o caminho mais eficaz para reduzir os impactos do AVC na sociedade”, conclui Dr. Sallem.
Sobre o Hospital Japonês Santa Cruz
Inaugurado em 29 de abril de 1939, em São Paulo, com a missão de auxiliar os imigrantes japoneses e oferecer um atendimento médico-hospitalar de excelência no Brasil, o Hospital Japonês Santa Cruz (HJSC) se dedica a proporcionar uma vida melhor e mais saudável a toda população.
Com destaque nos serviços em oftalmologia, neurologia, ortopedia, cardiologia, entre outras especialidades, a instituição possui 165 leitos distribuídos entre apartamentos, enfermarias e UTI, complementada com uma unidade específica para o transplante de medula óssea.
Anualmente, a entidade realiza mais de 1 milhão de atendimentos, em mais de 40 especialidades médicas e tem em sua estrutura dois pronto-atendimentos (geral e oftalmológico) e dois centros cirúrgicos (geral e oftalmológico), capacitados para atendimentos de alta complexidade. O Hospital Japonês Santa Cruz tem certificação da Organização Nacional de Acreditação (ONA II), que atesta a segurança e qualidade dos processos assistenciais e médicos.
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